Na crista da onda

O dia acordou luminoso. Quando saí de casa senti os olhos com dificuldade em manter-se abertos. A luz empurrava-os para baixo. Desci a avenida a sentir o balancear das árvores. Delas vinha a brisa maravilhosa das manhãs quentes de verão. O aroma a algas aproximava-se a passos largos. Assim que o avistei, acompanhei um voo picado de várias gaivotas. Por entre aquela maravilha, ouço passos pausados atrás de mim. Antes mesmo que consiga virar-me, sinto umas mãos salgadas a tocar-me a face. Pouco depois encontro um olhar alegre e um leve piscar de olho. Aquele voo marítimo trouxe-o até mim.

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