Limites: a viagem do crescimento interior

Limites: a viagem do crescimento interior
Olá!
Sou a Cláudia Sofia.
Sê bem-vindo a esta viagem de crescimento interior.
E parabéns pela tua coragem em fazer este caminho de regresso ao teu eu mais verdadeiro!
A maneira como definimos quem somos, o que queremos e o que os outros podem esperar de nós são três etapas fundamentais para crescer como um ser humano único.
Essas três etapas fundamentais são apoiadas e reforçadas por um fundamento essencial chamado LIMITE – o tema desta conversa.
Há muito a dizer sobre os limites, mas vou ser curta e simples. Prometo!
Provavelmente voltarei a este tema, mas hoje quero partilhar um pouco da minha experiência com limites.
No final, será uma conversa curta e simples sobre o que são limites, os seus benefícios e diferentes tipos. Espero que gostes e que seja útil para ti!
Mas primeiro devo admitir que toda a minha vida tive uma forte convicção de que os limites são limitações, como uma porta que nos afasta dos outros. Por isso, acreditava que nunca deveríamos ter limites. Muito pelo contrário, devemos libertar-nos das nossas limitações para poder realmente nos conectar com os outros.
Isso faz sentido para ti? Fez para mim!
Mas durante esta viagem de crescimento interior, percebi que algumas dessas fortes crenças se tornam inúteis, porque fazem mais mal do que bem. A minha crença sobre os limites mudou devido a um hábito meu. Geralmente tento definir melhor os conceitos procurando a origem da palavra.
Nesse caso, LIMITE vem de LIMES. Limes significa caminho entre dois campos. Assim, um caminho entre dois campos serve de ligação entre esses dois campos em vez de servir de separação. E sem dúvida, posso explicar muitos dos eventos da minha vida com essa crença inútil.
Sou uma pessoa que gosta de ajudar e dar; sempre dei, dei, dei sem restrições e acreditei que os limites eram negativos. Hoje em dia, eu sei que essa crença negativa foi intensificada por uma grande necessidade de ser aceite. Como ser humano, eu preciso pertencer a um determinado lugar ou grupo. Por isso, fiz tudo o que pude para provar aos que me rodeavam que era digna do seu amor.
É engraçado como as coisas funcionam! Eu queria tanto conectar-me com os que me rodeavam, que estava disposta a fazer qualquer coisa para provar o meu valor. No entanto, fazia o que os outros queriam, em vez de fazer o que verdadeiramente precisava. Então, não ter limites levou-me para o lado oposto da estrada. Eu afastava as pessoas e provava que era indigna desse amor, porque não me amava.
Os limites consistem nisso mesmo – AMOR-PRÓPRIO. Definir e respeitar os nossos limites mostra amor-próprio. Além disso, quando não definimos e respeitamos os nossos limites, traímos o nosso eu interior e somos falsos com os outros, bem como vivemos completamente desconectados do nosso verdadeiro eu.
Então, como podemos conectar-nos com outras pessoas, se não estamos conectados a nós mesmos? O nosso eu verdadeiro precisa ser livre para ser melhor. Precisamos de limites saudáveis e de nos conhecermos profundamente. É difícil dizer o que vem primeiro: o autoconhecimento ajuda a definir limites saudáveis e os limites saudáveis são um caminho para o autoconhecimento, através da consciência dos nossos sentimentos e emoções.
Os limites clarificam a comunicação sobre o que é verdadeiro para nós e sobre o que aceitamos dos eventos da vida, tornando-nos mais conscientes do nosso valor. E dessa forma, mais carinhosos e digno de ser amados.
Os limites podem ser materiais, físicos, sexuais, mentais, emocionais e espirituais. Os limites materiais estão relacionados com os nossos bens, tempo e favores e como nos sentimos confortáveis para emprestar ou fazer. Os limites físicos são os limites conectados ao nosso espaço pessoal e como limitamos o acesso aos outros. Os limites sexuais estão ligados à maneira como nos sentimos confortáveis com o contato e as relações sexuais. Os limites mentais estão relacionados aos nossos pensamentos e opiniões e como partilhamos os nossos e lidamos com os pensamentos e as opiniões de outras pessoas. Os limites emocionais estão ligados às nossas emoções, sentimentos e escolhas e a maneira como somos responsáveis por elas. Os limites espirituais referem-se aos nossos valores e crenças e a maneira como respeitamos e queremos que os outros respeitem os nossos valores e crenças.
Definir limites é uma tarefa muito difícil, especialmente se o fazemos racionalmente, porque requer uma profunda consciência do nosso eu interior. É fundamental saber onde o “eu” começa e termina, porque saber separar o “eu” do “tu” ajuda-nos a definir o que é verdadeiro em nós.
Então, sê consciente de como te sentes para definir melhor os teus limites e caminhar em direcção ao teu eu único.
Obrigado por seres nosso parceiro nesta viagem de crescimento interior.
Conta-nos sobre a tua experiência e como esta conversa te ajuda a desvendar o teu brilho único.
Sê feliz e ilumina o mundo, porque o mundo precisa de ti!

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