A essência és tu!

A essência és tu!” é a minha frase favorita.

Assim que a ouvi, tocou-me bem fundo na alma. Não percebi de imediato o impacto que teve, se bem que aos poucos aquela energia foi invadindo o meu ser.

Hoje, anos depois, entendo o significado desta curta e simples frase.
O essencial na vida somos nós! Nós como ser. O essencial é o “eu” que dá luz à vida!

A verdade é que esta pequena frase me motivou a descobrir quem sou eu. Talvez seja a questão mais habitual quando entramos numa busca incessante pelo que nos é mais essencial.

Isso aconteceu comigo, se bem que, nos momentos mais críticos desta utopia, percebi que é outra, a questão mais importante a responder para descobrir o que nos é mais essencial.

Em vez de “Quem sou eu ?”, há que perguntar “Porque sou eu como sou?”. Por outras palavras, “Porque faço eu o que faço?” ou “O que me conduz ao longo desta vivência?” ou mesmo “Porque vivo eu as experiências de vida que vivo?”.

Será tudo na vida aleatório?
Andamos nós à deriva, sem rumo algum traçado?
Ou será que trazemos incorporado uma bússola interior que nos conduz?
Se sim, o que é efectivamente essa bússola?
O que interage com a nossa bússola interior?

Como uma apaixonada pela numerologia e pela astrologia, devo admitir que a data em que nascemos e o nome que recebemos tem uma grande influência na nossa vida, interagindo com a nossa bússola interior, com o intuito de nos levar ao melhor do nosso ser.

Por exemplo, o meu caso é por demais evidente neste ponto.

Nasci sobre o signo de Caranguejo. Emoções, Lua, Água…só que, no meu caso, vem a triplicar. Tenho o Sol, a Lua e o Ascendente em Caranguejo. Esta coincidência astral reflecte muito a minha intuição e sensibilidade extrema, para além da necessidade natural para a introspecção. Contudo, outras coincidências me levam nesse sentido.

O nome próprio que me deram, surpreendentemente, tem o significado de “Diferente Sabedoria”. Se aplicarmos a Numerologia, percebemos que o meu nome aponta para um número mestre, o número 11; número este nascido pela união do 6 (Cláudia) e do número 5 (Sofia). As maiores forças do 11 são a intuição e a sensibilidade extrema, fundamentais para o desenvolvimento de uma sabedoria diferente, de uma visão mais clarividente e inspiradora do mundo.

A data do meu nascimento corresponde também ao número 11 – apontando um caminho de busca do bem da humanidade, através de ideias avançadas e elevadas pela evolução do Homem. Se bem que este 11 é formado pelo 3 (comunicação) e pelo 8 (realização). Esta ideia da realização pela comunicação imprime em mim o gosto pela escrita e pela criatividade – crio através das palavras que escrevo; realizo através da forma única como comunico. Esta vibração é elevada por uma visão diferente (diferente sabedoria) ao transformar-se em 11.

Anteriormente, falei do número 6 – o número da Harmonia, da Família – unido ao número 5 – o número da Descoberta, do Conhecimento. É esta a vibração que se junta para criar o número 11 que vem do meu nome. Apontando assim uma vibração de intuição e sensibilidade extrema ao serviço da descoberta da harmonia humana através do conhecimento do que nos é mais próximo e familiar. Se bem que neste caso, como a minha missão de vida é realizar pela comunicação – criar pela partilha – quer dizer que recebi no dia em que nasci uma forte vibração de intuição e sensibilidade extrema ao serviço da descoberta da harmonia humana através do conhecimento profundo e verdadeiro do que aceitamos criar com o próximo e partilhar como família!

Será que desta forma ficam decididas as experiências que vamos viver desde que nascemos até que morremos?

Não. Acredito no livre arbítrio. Acredito que nascemos com uma dada vibração e ao longo da vida temos também uma certa vibração que poderá empurrar-nos num determinado sentido, se bem que nada acontece se nós não quisermos que aconteça. Tudo o que acontece na nossa vida vem da união da nossa crença com os nossos sonhos e as nossas acções.

Posto isto, para nos conhecermos verdadeiramente torna-se fundamental:

  • Analisar as influências que os outros têm em nós, principalmente na nossa infância;
  • Identificar as nossas paixões, os nossos interesses, os nossos talentos ou dons e as nossas competências;
  • Desvendar a nossa personalidade mais característica e crenças que adoptamos ao longo da vida;
  • Enumerar aquelas experiências de vida que sentimos que mudaram de certa forma o nosso rumo;
  • Tomar consciência das coincidências ou sincronicidades da vida;
  • Eliminar as crenças que já não nos servem ou que nos limitam e dificultam a vida;
  • Riscar da nossa linguagem aqueles “mas” que nos impedem de atingir a nossa excelência

Depois de clarificar cada uma das fases descritas anteriormente, podemos perceber quem somos de verdade, porque somos como somos e o que nos motiva a fazer o que fazemos e a ser como somos. Nesse momento, poderemos recuperar o nosso poder, reescrever a nossa vida e tornar consciente qual o nosso propósito de vida e qual o significado que esta experiência de vida tem para nós.

E é assim que vamos iluminar o mundo com a nossa luz única e autêntica!

Vá lá, descobre o teu porquê e junta-te a nós para iluminar o mundo, porque o mundo precisa de ti!

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