Amar…


Amar é liberdade.
Amor é sempre pelo bem do outro, através do bem do eu. O bem do eu vive no bem do outro e nasce no amor-próprio – amor-próprio é muito diferente de orgulho.
O amor que nos faz bem é aquele que nos liberta do medo de sofrer e nos entrega à vulnerabilidade que nos fortalece e define.
Que é isso então?
Todo o amor que conheço é um amor que prende, que magoa, que nos reprime e limita.
Amor é o que nos entrega vulneráveis à vida livre de posses…
Amor que liberta é amor!
Amor que prende, reprime, limita e magoa é apego à ideia de ter!
Amar não é ter!
Amar é deixar ir!

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