Sente!


O que fica de um acto ao eliminar o julgamento desse acto?
O próprio acto?
Sim!
O que fica de um acto, quando eliminamos o julgamento desse acto, é o próprio acto!
E todas as emoções, sentimentos e pensamentos que ele desperta em nós, ou seja, a cor, o som, o sabor, o calor, o aroma, o sentido desse acto!
Somos uma parte do Todo.
Contemos em nós o Todo.
Fomos separados do Todo e mergulhamos nesta experiência densa, corpórea, material para vivenciar experiências, que não seriam possíveis no Todo, experiências sensitivas!
Adoptamos este corpo para experimentar, para sentir, para aprender.
E para aprender, a experiência tem que provocar em nós um sentimento, uma sensação, algo que nos enriqueça, que nos transforme.
E nela nasce uma decisão, uma intenção, uma acção.
Não interessa se o Outro recebe esse acto, essa intenção, essa decisão de uma ou de outra forma.
Isso não depende de nós.
A forma como o Outro recebe o que partilhamos com ele, depende, única e exclusivamente, do Outro e da forma como vive a aprendizagem que o trouxe aqui.
A vida é uma forma de aprender a agir em vez de reagir.
A reacção vem do julgamento; a acção vem da consciência!
Um acto não tem que ter um significado positivo ou negativo.
Isso é julgar o acto.
É verdade que o mesmo acto pode provocar em nós felicidade ou infelicidade, riso ou choro – diversos sentimentos ou expressões externas de emoções.
Mesmo assim, não têm que ser julgados como bom ou mau, como correcto ou incorrecto.
São apenas sentimentos.
São apenas emoções.
Por isso, talvez fosse melhor sentirmos o que sentimos, quando algo acontece.
Sentir o sentimento que passa por nós, quando algo acontece!
Apenas o sentimento que vivemos!
Pelo menos assim, não teríamos que julgar ou justificar actos, atitudes, comportamentos!
Apenas sentiríamos a vibração que toma vida em nós, quando algo acontece!
Pois é essa vibração que nos traz consciência do que está vivo em nós!
Pensamentos, emoções, sentimentos, necessidades, crenças, essência…
Sente!
Sente a dualidade que vives dentro da Unidade que és!
Sente o interno e o externo; o subtil e o corpóreo!
Sente o Sol e a Lua que te harmonizam!
Sente o Universo em ti!
Sente!

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