Como um guia

Ali, onde eu vejo luto, as crianças vêm beleza; onde eu ouço choro, as crianças ouvem sinceridade; onde eu sinto estranheza, as crianças sentem amor; onde eu critico, as crianças aceitam; onde eu duvido, as crianças acreditam.

Entre olhares

Ele procurava sentar-se bem perto dela, se bem que a ansiedade abanava-lhe as pernas. Apenas os sentimentos de vaidade o seguravam de pé. A impotência une-se aos outros quando se senta uns lugares à sua frente.

Será que antes de conhecer é possível saber?

E são estes pensamentos e convicções sem fundamento que acabam por provocar atitudes hostis e intolerantes por todo o mundo. Pelo menos começam assim – pequeninos, insignificantes, ridículos, dignos de gargalhadas – e depois evoluem para actos, movimentos, agressões, guerras baseadas em “pré-conceitos” de algo que se desconhece.

Fiel? A ti ou ao outro?

Lembrei-me de dizer que a fidelidade é uma ilusão. Caíram todos em cima de mim. “Não sabes o que dizes” gritaram uns. Outros diziam que era completamente louco. E ainda houve quem apontasse o dedo ao facto de não ter relações duradouras. Enfim, todos gritaram e ninguém procurou perceber o que dizia.

De coração aberto

Esta sociedade, órfã de valores e assente numa imagem de perfeição ou em constantes exigências de mais e de melhor, roubou ao ser humano a pureza relacional que nos inunda de harmonia e paz.

A minha sociedade

Vivemos num país que vive das aparências e das exposições mediáticas. Chegamos mesmo a ouvir dizer que “quem não é mediático não é ninguém”.

2013, o ano da responsabilidade consciente

A verdade é que este período de transformação exige um povo capaz de criar uma nova mentalidade e, com força de vontade e confiança, criar uma nova estratégia de acção. Para fazer face à crise, Portugal precisa de investimento externo. Este está dependente de reformas a vários níveis, de forma a oferecer garantias de longo prazo aos investidores.

O amor e o ciúme podem coexistir?

Esse é o segredo na interacção com os outros. Em qualquer relação é fundamental observarmos as emoções, os comportamentos e os sentimentos que as atitudes ou actos dos outros provocam em nós, em vez de observarmos os outros. Os outros são alvo do nosso amor. Por isso, como podemos exigir explicações, justificações, responsabilidades a quem o dedicámos? O amor é nosso, a dedicação também, por isso também é nossa a responsabilidade de o viver e partilhar de forma verdadeira e saudável.

Toda a gente sabe…

Pouco tempo passou até que os meus ouvidos captassem uma conversa repleta de muitas convicções surreais, se bem que muito reais para quem as expunha. Quase de rajada, ouvi a frase “toda a gente sabe…” seguida de uma qualquer consideração política ou desportiva.

A olhar o mar!

A verdade é que apenas se unem para lá chegar... naturalmente... as pequenas ondas são rodeadas pelas maiores – que perante a pedra dura – as desviam, deslizando rumo ao seu objectivo, a areia. Depois é vê-las divertirem-se a desaparecer no meio dos grãos de areia, deixando para trás o rasto branco da sua alegria.

Amor é energia!

A verdade é que ela se dedica a ouvir o que as pessoas têm para lhe dizer.

A palavra do século

Quem sabe?! A verdade é que hoje em dia sempre que se questiona alguém sobre os seus desejos, sentimentos, medos, razões recebe-se em resposta apenas o que não querem, o que não sentem, o que as preocupa e o que não pensam.

Elogiar, eis a questão!

Com esta definição, surge-me outra questão. Quem deve ficar grato pelo elogio? Quem elogia ou quem é elogiado?

Festejar todos momentos

Nesse testemunho ela disse, com um largo sorriso no rosto, que agora, em vez de ficar a chorar pelo que tinha perdido, ela festeja cada ganho que a vida lhe dá.