A Ciência da Vida

Harmonia era algo que não vivia há 16 anos atrás. Sentia que tinha perdido tempo fundamental da minha vida. Sentia que o tinha gasto em coisas sem importância, relações sem sentido. Tinha dedicado anos a pessoas e trabalhos que apenas me sugavam a energia. Sentia-me incompleta; faltava-me algo; não fazia ideia o quê. O sentimento de incapacidade para mudar o rumo da minha vida levou-me à numerologia, depois à Yoga e posteriormente à massagem.

O que eu acredito faz de mim quem sou!

Mergulha no silêncio! Inspira e expira profundamente. Não forces nada. Apenas sê respiração. Não lutes com a tua mente. Deixa levar-te pelo oscilar do teu ar! Há algum acontecimento que te vem à mente? Consegues identificar alguma crença conectada a esse acontecimento? Pensaste num evento positivo ou negativo? Sentes que, sem perceber, te sabotaste de alguma forma?

T.R.U.S.T

Imagine what happens when we look at the word Trust as an anagram?ToleranceRecognitionUnionStrengthTruthThus, trust happens when we have the Strength to Recognise and Tolerate the Truth that lives within the Union of two individuals.However, sometimes we can’t trust, even if there is no reason not to. It happens when we lack one of the five.I …

Livre!

Vivo bem com o que sinto. Adoro o amor que nos une; Adoro como me faz sentir. E quero que sejas feliz como escolheres viver. Quero que sejas feliz. Esse é com certeza o maior desejo que tenho para ti.

Errar por amar…

Sou emocional e, quando gosto de uma pessoa, entrego-me. Sinto as pessoas próximas, lembro-mo delas constantemente E não seria a primeira vez que era mal entendida, por ser como sou. E não acho que seja um erro!

Desculpem lá! Eu sou assim!

Alguma vez chegaram ao final do dia e sentiram que nem valeria a pena sair da cama? Pois! É esse o sentimento que me preenche o ser. Entretanto o vazio do espaço foi corrompido pela voz barulhenta de uma mulher. Estava acompanhada de outras pessoas, se bem que ela, com a sua atitude bélica e estridente, ocupava os lugares todos daquele café.

Pobres coitados!!!

Estivemos por horas a falar em trabalho, saídas, homens, família, crenças… a crise e mais trabalho; falamos um pouco de tudo, como sempre acontecia quando nos encontrávamos. Isso acontecia poucas vezes. Somos amigas, gostamos muito uma da outra, se bem que somos muito diferentes e a maior parte das vezes acabamos por nos desentender. Essas pequenas questões quase sempre provocam alguns meses de afastamento. Naquele dia foi igual.

A lo mejor, te quiero! (2)

Fiquei furioso com ela. Perdi a cabeça. Fiquei mesmo furioso por me estragar a surpresa. Senti-me indesejado – esse sentimento não me deixou pensar e reconhecer que muitas vezes fez o impossível para estarmos juntos. Só pensava que estava a dificultar o nosso reencontro. Fiquei tão furioso que borrei a pintura toda. Magoei-a de uma forma estúpida e infantil. E mais ridículo é que tudo aconteceu por birra – a estupidez natural de um puto com a mania. Tanta mania que podem imaginar a minha cara quando a recepcionista me entregou aquele papel. Pensei em tudo, menos no que era de verdade. Era uma mensagem curta: "Estou lá fora. Elena”. Olhei incrédulo. A pobre mulher viu o desespero no meu olhar. Confirmou com a cabeça. Pedi licença e saí atrás dela.

Como uma sentinela!

Na manhã seguinte acordei com um sorriso na cara. Dormi a noite toda, sem sobressaltos e interrupções. Ao espreguiçar-me senti os membros a soltarem-se do peso… senti as pernas a ficarem mais leves. A contracção das minhas costas libertou uma energia boa, leve e estimulante. Há muito tempo que não sentia tanta vontade de sair da cama. Levantei-me, vesti a camisola… nesse momento apercebi-me que a minha camisola de anos tinha um toque suave, agradável e reconfortante. O que me surpreendeu mais foi a forma como saí do tipi. Nos dias anteriores pousava o joelho no chão. Naquele dia não o fiz. Foi inconsciente aquele movimento. Foi natural!

Quero ser feliz!

Que viagem!!! Há uns anos atrás, recebi uma dádiva do Universo, sob a forma de uma epifania tão estranhamente natural na minha vida. Num daqueles momentos em que rir magoa, sentir leveza é encarado como um sinal de loucura… Enfim, estivesse eu em casa, no trabalho, com amigos – fosse onde fosse – o mundo pesava-me as costas, não conseguia sentir-me bem, integrada.

Eu amo-te!

Será que ele me ama? Esta pergunta era um vaivém constante. Eu precisava de o ouvir dizer que me amava e ele precisava de me ouvir dizer que o amava. Ontem e hoje, essa necessidade invadiu-me sem dó nem piedade!

Cria clareza na tua vida!

Então, de que falo eu? Falo do peso invisível que carregamos. Será que este peso, esta sobrecarga, pode justificar o volume que acrescentei ao meu corpo? Talvez.

De volta a casa!

Foi na solidão que nos encontramos e reconhecemos! E é na solidão que nos reinventamos!

Apenas tu fazes sentido!

Foi esse medo e carência que me levou a um envolvimento vazio apenas para me proteger. Proteger? Proteger de um sentimento que pensei sentir e não senti! Proteger de uma dor que vivi e temo voltar a sentir! Por isso, escondi dentro de mim esse sentimento que me desalinha. Procuro assim calá-lo com relacionamentos vazios, relacionamentos sem disponibilidade, sem cuidado, sem carinho, sem companheirismo, sem presença… apenas algo que me prende e me impede de me entregar àquela pessoa que sinto ser o meu reflexo.

Relações…

O mais curioso nisto tudo é que o acto de abrir o coração, o acto de falar sinceramente sobre o que sentimos é a melhor forma para evitar reacções emocionais descontroladas. Reacções estas que nos afastam dos sentimentos genuínos e, dessa forma, dos outros. Ser vulnerável é ser corajoso!