Prefiro ser autêntica!!!

Voltando à introspecção… Hoje, quero partilhar uma ideia diferente desta. Percebi que é nos momentos em que não correspondemos às expectativas dos outros que percebemos quem nos ama de verdade. Quero deixar claro, estou a falar de qualquer forma que o amor possa tomar. Por vezes, decidimos agir de uma forma inesperada para quem nos conhece. Quem nos ama questiona o porquê, tenta compreender a nossa decisão, a nossa atitude, procura aceitar e adaptar-se.

Amar não é sinal de carência!!!

Este mundo anda todo louco! De um lado, um néon para promover o respeito e o fim do preconceito; do outro, um néon para rotular aquelas mulheres que apenas dão, sem pensar no que vão receber em troca. Coaching de relacionamentos??? A sério?!!! Céus!!! Quem lê o que escrevo sabe que escrevo muito sobre relacionamentos e coaching. Como coach, a minha função é co-criar com o cliente a desconstrução de crenças limitadoras e promover a mudança de perspectivas, de comportamentos, de atitudes. Não faz parte da minha função como coach, a criação de rótulos, o julgamento dos outros, nem mesmo a criação de mais crenças limitadoras. Isso não é coaching! Coaching é criar em conjunto. Coaching é estimular o não-julgamento. Coaching é promover a diminuição de conceitos e crenças preconceituosas. Coaching é amadurecimento de ideias e de pessoas. Coaching é busca de si mesmo.

Sou o efeito que crio na vida!

Talvez seja mais fácil dizer que sou tudo e nada… o comportamento, a atitude, as competências, as ferramentas, os rótulos dependem da situação, do momento, da experiência! Então, quem sou eu? Sou isso mesmo! Sou eu! Sou o todo e o nada que faz de mim quem sou! E sou o efeito que crio na vida!

Mais Portugal, mais Português!!!

Resta-nos assumir o que fomos, o que somos e o que queremos ser. Assumir os erros cometidos até então! Por todos nós! Afinal, o voto dá-nos a responsabilidade de sonhar e de exigir os nossos direitos e de cumprir os nossos deveres. Votamos em governantes para facilitar a gestão do país. Mesmo assim, é nosso dever cuidar para que essa gestão seja de qualidade e justa para todos os cidadãos.

O que eu acredito faz de mim quem sou!

Mergulha no silêncio! Inspira e expira profundamente. Não forces nada. Apenas sê respiração. Não lutes com a tua mente. Deixa levar-te pelo oscilar do teu ar! Há algum acontecimento que te vem à mente? Consegues identificar alguma crença conectada a esse acontecimento? Pensaste num evento positivo ou negativo? Sentes que, sem perceber, te sabotaste de alguma forma?

O optimismo alimenta o sonho?

O caminho – o nosso caminho – clama por método, perseverança, vontade e por um estado de espírito inspirado numa filosofia de vida positiva e associado a uma postura interveniente, participativa, próprio de quem espera o melhor, contribuindo com passos concretos para atingir o desejado.
No caminho rumo aos sonhos surgem vários obstáculos para testar a nossa capacidade de acreditar na aspiração que nos move. A crise de valores pode bem ser um deles! É assim que nascem grandes feitos… nascem do sonho, da crença e de um estado de espírito que massaja a alma e empurra para a frente quando tudo parece perdido.

Influências e líderes

A verdade é que é desgastante trabalhar num ambiente organizacional doente como este tipo de liderança provoca, por isso há que (1) distinguir os vários tipos de liderança; (2) tomar consciência da nossa função dentro dela; (3) procurar implementar pequenas mudanças que possam facilitar a convivência com este tipo de liderança; e, caso não seja possível implementá-las, há que estar atento às oportunidades que surgem e ter a coragem para agarrar uma dessas oportunidades. Digo coragem, porque, grande parte das vezes, o que nos impede de sair de um ambiente assim é o medo de transformar a nossa vida – o medo de fracassar.

Por onde começar…

Estás a derrubar as paredes que constituem a tua área de conforto. Queres sair dela sem sentires estranheza ou sem te inquietares com o desconhecido? Sair da tua área de conforto é começares a ver o mundo de forma diferente, de uma forma que tu não sabes muito bem o que é, se bem que sais à descoberta! Enfim, este sentimento de desnorte vai levar-te a ver as coisas e as pessoas que estão em teu redor, a tua própria vida e a ti mesmo de uma forma diferente, mais descontraída, mais liberta de preconceitos e de pré-conceitos do que é suposto existir ou ser. O caos torna a vida mais simples assim que tu aceitas o que esta te traz e, principalmente, assim que vives de forma autêntica.

Abraça a transformação!

A transformação ocorre, assim, por entre períodos mais fáceis e outros mais difíceis, períodos em que vamos questionar tudo e outros em que somos invadidos de uma força inabalável, períodos em que a transformação acontece de forma rápida e outros que parece estagnar, não temos consciência de existir uma evolução, tal é a lentidão. Esta oscilação pode provocar frustração e desmotivação.
Consequentemente, a transformação assusta. Enche-nos de medos e dúvidas, pois começamos a perceber que a personalidade que identificamos em nós transforma-se numa ilusão e desvanece por completo. A verdade é que tudo isto é necessário para nos conectar com o que de mais autêntico existe em nós; vem desvendar a nossa essência, perdida atrás de véus que nos iludem e aprisionam.

Porquê?

Na busca de perceber quem sou e como posso ser eu mesma, acabei por descobrir o meu propósito de vida, que me fez conhecer muitas das minhas características, fez-me perceber porque é que eu tinha essas características, como as tinha desenvolvido, permitiu-me desenvolver várias competências e técnicas que hoje me permitem ajudar outros a encontrar o próprio caminho.

Who are you?

By understanding this, I realized that to be authentically me I needed to live by that belief, the belief in the power of love. I needed to use it as my guide, because I am a giver. However, I realized that as a giver it is so difficult to know how to stop or when to stop. Setting and respecting boundaries is very difficult for a giver, because a giver needs to help, to give without limitations. But, if people don't know my boundaries or if I go out of my boundaries (or if I don't have boundaries), I won't be able to be authentically me.

Fará sentido viver a vida de forma inconsciente?

Por isso, leves o tempo que levares não te julgues nem recrimines. Isso sim é contra a vida, é contra o que te é essencial. O julgamento, julgamento de nós e dos outros, não faz parte da vida. Aceita o teu caminho! Mais depressa ou mais devagar, é o teu caminho e és tu que o tens para percorrer.

Positive or Negative – both have a role in your life!

By staying centered. By meditation. By faith in human race, specially those that you love and want to help. Don't tell them “look, that's is a cry for help because of this or that”, because they don't know what is happening to them. Remember that most of the times, those people are not aware of their negative behaviour. They are not aware what goes on inside them. They are not aware of a bunch of memories inside them, that makes them feel like that – abandoned, alone, hurt, depressed... they don't know what makes them feel anger inside and they don't know why they feel like that. So, they need to get it out and the way they find is to be near a person they love and trust. And the way they do that is in such a way, an unaware way. They don't want to hurt you, they just want to take it out of their chest, unaware – most of the times – of the pain they are causing to someone else. They just want you to help them. They need your help, they need your attention, they need your positivity.

Quem sabe?

Serão as nossas emoções que nos desalinham?
Sempre acreditei que temos que controlar as nossas emoções para...
Para quê exactamente?
Não faço ideia!
Anos atrás de anos, década a seguir a década, a controlar as minhas emoções
E para quê? Porquê?
Se olhar para trás, para tudo o que vivi, para tudo o que escrevi
O que vivi sempre arrependida por não ter dito ou feito algo que seria mais adequado
O que escrevi sempre escrutinado por uma mente censuradora que eliminava tudo o que pudesse ser criticado ou que pudesse passar uma ideia errada de mim.