Escolhe agir, em vez de reagir!

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Uma pessoa feliz escolhe agir. Uma pessoa feliz aceita e agradece o que a vida lhe atira. Uma pessoa feliz percebe o que pode aprender com cada experiência. Não julga tudo o que lhe atiram, apenas aprende! Adopta o que faz sentido para si.

A felicidade é a razão de existir!

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E essa é a maior inconsciência que vivemos nos dias de hoje – acreditar que o Outro nos vai fazer feliz, que uma casa ou um carro ou um namorado ou o fim dos problemas é que nos vai fazer felizes; quando os problemas desaparecerem todos, aí sim somos felizes. Já deu para perceber que acreditar nisto não nos leva a lado algum. A felicidade não tem razão para existir. A felicidade é a razão de existir. A felicidade não tem uma causa para existir. A felicidade é a causa da existência. Ela é a causa da existência da realização de uma pessoa, de um relacionamento feliz, de uma profissão feliz, de uma vida feliz. Ela não é o efeito de um objectivo concretizado. Ela não é o efeito da manifestação de uma determinada coisa. Ela é a causa da manifestação de uma determinada coisa.

A vida a dois é uma utopia!

Não nascemos para ser mulher ou homem de alguém. Não nascemos para ser de alguém. Quando muito, nascemos para partilhar quem somos com alguém. Fomos educados para casar e aceitar tudo o que essa ideia de ser mulher ou homem de alguém acarreta. A verdade é que está na hora de perceber que não nascemos para isso. Nós nascemos para ser nós mesmos! E se assim entendermos, escolher partilhar quem somos com outro alguém, porém o eu e o tu não deixa de existir para que o nós exista. Uma relação é uma vivência a três, contrariamente ao que muita gente possa pensar. O EU vive em comunhão com o TU e o TU vive em comunhão com o EU. Os dois apreciam-se e desenvolvem-se como NÓS, co-existem como seres livres, independentes e co-criadores de mais uma vida! O nosso primeiro filho é a relação que co-criamos com outra pessoa!

Continua a amar…

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Porque será? Pareço ligada a uma frequência que só ouve crenças surreais e estórias ilusivas… E, depois, é isto! Partilho convosco os insights que me chegam através dessa “rádio” estranha e sem tempo e espaço definido. Mais uma crença me chegou aos ouvidos… Mais um arrepio na espinha… Mais um turbilhão de emoções, sentimentos, pensamentos que culminaram num aglomerado de palavras, que se unem para passar mais uma mensagem de clareza.

Cuida da tua semente!

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O amor é uma energia, que faz parte da vida, da Natureza, faz parte de nós. Na raiz da palavra latina, que deu origem à palavra portuguesa amor, está impressa a ideia de semear, se bem que eu prefira definir amor como o acto de cuidar e não tanto de semear, porque a semente já existe dentro de nós. A nossa responsabilidade é cuidar dessa semente, para que ela se desenvolva e floresça. A verdade é que nós não acreditamos que essa semente existe dentro de nós e isso magoa! Nós não acreditamos que somos capazes de viver em amor. Não acreditamos que merecemos esse amor, esse cuidado. E por isso conformamo-nos com a Paixão.

Guerra dos sexos: inconsciência

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Pensem comigo… Há crenças, ainda hoje, que nos empurram para a referida guerra. Essas crenças continuam a ter um impacto profundo na forma como nos relacionamos com os outros, em especial entre homens e mulheres. Esse impacto apenas existe, porque não temos consciência do quão vazias são. E são propagadas de geração em geração como regras inquestionáveis para vivermos uma vida segura e feliz. Será? Será mesmo inquestionável? Será mesmo para nossa segurança e felicidade? Quantas vezes te disseram que o homem e a mulher são opostos? Quantas vezes te disseram que os opostos se atraem? Quantas vezes te disseram que o homem é forte, nobre e deve dominar? Quantas vezes te disseram que a mulher é frágil, sensível e deve obedecer ao homem?

Guerra dos sexos: comparação

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Sinto que procuramos aquilo que não existe nos outros, da mesma forma que nos recriminamos por não existir em nós… Procuramos a perfeição! E daí vem a ideia do ideal! Quantas vezes te perguntaram qual é o teu ideal de mulher ou de homem? O ideal é o que seria perfeito! O perfeito é de si imperfeito, logo nunca seria ideal! Ou seja, o ideal é uma ilusão… O ideal não é amável… A busca do ideal empurra-nos para uma vivência vazia de essência. A busca do ideal empurra-nos para uma impotência amorosa.

Guerra dos sexos: julgamento

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A ilusiva guerra dos sexos tão presente nos relacionamentos, de outrora e de hoje, assenta em três pressupostos: (1) julgamento; (2) comparação; e (3) inconsciência.

O Universo numa partícula!

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Eu sou o Universo! É uma frase que digo muito… Já se tornou uma marca! Marca essa que, por vezes, causa estranheza! Outras, passa a ideia de arrogância ou convencimento… Nada disso! Sou o Universo, porque somos todos o Universo! Cada um de nós é o Universo num corpo! E porquê?

Uma ilusão qualquer!

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Não dizemos o que pensamos. Não dizemos o que sentimos. Não dizemos o que desejamos. Não dizemos o que esperamos dos outros. Não dizemos o que os outros podem esperar de nós. E exigimos receber tudo aquilo que não somos capazes de assumir.

Fiquem em casa!

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O que demonstra um desconhecimento enorme do impacto que este vírus está a provocar e dos grupos de risco identificados pelas entidades competentes. No entanto, pior do que a ignorância é o preconceito estúpido a que se recorre para justificar o injustificável. Medo disto?!

Sê consciencioso!

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Ser Uno! Não é união. É Unidade! Cada um de nós é uma pequena partícula, que contém em si a magnífica subtileza de Ser! Cada partícula é parte desta Unidade e contém em si a magnitude de Ser Unidade. Por isso, não é preciso união. É preciso tomar consciência que tudo o que fazemos, dentro de nós ou à nossa volta, vai ter uma repercussão no todo que somos. Porque cada um de nós contém em si o todo que compõe o mundo.

Continua a acreditar!

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Quem rejeita, rejeita-se a si mesmo! Procura rejeitar, afastar as confusões, os conflitos, os medos, as crenças, os preconceitos que leva a sentir-se completamente perdido dentro de si mesmo! Eu não consigo desistir dos outros!

Questionar

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O mestre trouxe a chaleira, deitou o chá na chávena – e continuou a deitá-lo. A chávena já estava cheia e o chá começou a transbordar para cima do pires, mas ele continuou a deitá-lo. Foi então que o pires também ficou cheio. Só mais uma pinga e o chá começaria a transbordar para o chão, pelo que o professor disse: «Pára! O que estás a fazer? Estás louco ou quê? Não vês que a chávena está cheia? Não vês que o pires está cheio?»

Alegria

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A alegria é um estado de espírito. É um caminho de crescimento. Não é algo que acontece, que se compra. É algo que descobrimos no mais profundo do nosso ser, através do auto-conhecimento, do amor-próprio e da auto-compaixão.

Amor não correspondido…

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Os amores não correspondidos fazem parte da vida. Não devem ser alvos de pena! O amor que sentimos é suficiente! E aqui falo de amor. Não falo de obsessão, nem de outras coisas acabadas em ão… Quando amamos de verdade, queremos que o alvo do nosso amor seja feliz! Quando amamos de verdade, aceitamos as circunstâncias. Aceitamos a decisão de quem amamos em viver essa felicidade com outra pessoa; ou, simplesmente, aceitamos a decisão de não querer vivê-la ao nosso lado! A pena leva somente a um caminho de mágoa; mágoa por sentirmos que alguém sente pena de nós apenas por amarmos sem condições. Quase parece que o nosso amor é uma ilusão! E a maior mágoa acontece quando essa pena vem da pessoa que amamos!

Como estás?

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Se não queres saber como está verdadeiramente alguém, não questiones! Dá apenas um abraço, um beijo ou um bom dia! Se sentires que a conversa apenas continua com a habitual pergunta “Como estás?”, fica em silêncio e sente esse desconforto, pouco à vontade que olhar uma pessoa nos olhos e permanecer em silêncio por vezes provoca.

Amar não é sinal de carência!!!

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Este mundo anda todo louco! De um lado, um néon para promover o respeito e o fim do preconceito; do outro, um néon para rotular aquelas mulheres que apenas dão, sem pensar no que vão receber em troca. Coaching de relacionamentos??? A sério?!!! Céus!!! Quem lê o que escrevo sabe que escrevo muito sobre relacionamentos e coaching. Como coach, a minha função é co-criar com o cliente a desconstrução de crenças limitadoras e promover a mudança de perspectivas, de comportamentos, de atitudes. Não faz parte da minha função como coach, a criação de rótulos, o julgamento dos outros, nem mesmo a criação de mais crenças limitadoras. Isso não é coaching! Coaching é criar em conjunto. Coaching é estimular o não-julgamento. Coaching é promover a diminuição de conceitos e crenças preconceituosas. Coaching é amadurecimento de ideias e de pessoas. Coaching é busca de si mesmo.

Dedicação

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Parece assim importante voltar ao início deste artigo – mais precisamente à frase de William Longgood – que combina o sonho com a dedicação. Afinal, foi de um sonho a par de muita dedicação que surgiu uma das figuras mais marcantes de todos os tempos, Mahatma Gandhi. Através da sua luta pela paz e liberdade da sua Índia, Gandhi demonstrou com actos e dedicação que a “força não provém da capacidade física e sim de uma vontade imbatível”, palavras que deixou ao mundo.

Mais Portugal, mais Português!!!

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Resta-nos assumir o que fomos, o que somos e o que queremos ser. Assumir os erros cometidos até então! Por todos nós! Afinal, o voto dá-nos a responsabilidade de sonhar e de exigir os nossos direitos e de cumprir os nossos deveres. Votamos em governantes para facilitar a gestão do país. Mesmo assim, é nosso dever cuidar para que essa gestão seja de qualidade e justa para todos os cidadãos.

Errar por amar…

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Sou emocional e, quando gosto de uma pessoa, entrego-me. Sinto as pessoas próximas, lembro-mo delas constantemente E não seria a primeira vez que era mal entendida, por ser como sou. E não acho que seja um erro!

Relações…

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O mais curioso nisto tudo é que o acto de abrir o coração, o acto de falar sinceramente sobre o que sentimos é a melhor forma para evitar reacções emocionais descontroladas. Reacções estas que nos afastam dos sentimentos genuínos e, dessa forma, dos outros. Ser vulnerável é ser corajoso!

A um passo do Ser

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A verdade é que esta construção foi feita baseada no comportamento, no resultado, no pensamento e nunca no ser.

O amor magoa!!?

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Como pode o amor magoar? O amor fortalece! O amor é alegria! O amor é cuidado! O amor vale a pena! Ainda assim, essa ideia controla-me por dentro. Porquê? Grande pergunta! Resposta difícil! Grande pergunta, porque essa ideia de um amor doloroso não faz sentido para mim! Pergunta difícil, porque não consigo identificar de onde veio! Então, por que acredito nisso?

Amor incondicional: existe ou não existe?

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Amar incondicionalmente não é permitir que os outros façam tudo o que querem. O facto de definir os nossos limites é a demonstração de que nos amamos e quando os partilhamos com os nossos entes queridos estamos apenas a demonstrar que, mesmo correndo o risco de os afastar de nós, acreditamos no amor que nos une.

Como acreditar que o amor existe?

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Porque razão insistimos nós em achar que todas as relações que vivemos vão provocar as mesmas desilusões? Quantas vezes já nos desiludimos a nós mesmos? Provavelmente, muitas vezes. E como podemos achar possível que outros não nos desiludam, quando nós o fazemos? Afinal, estamos apenas a dizer que não acreditamos no amor, por causa das desilusões amorosas que sofremos. E sustentamos essa descrença numa desilusão amorosa que, por sua vez, está sustentada numa necessidade que não vimos respondida numa determinada relação amorosa. Esperávamos uma resposta e não a recebemos.

O que é que me move?

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Voltemos atrás um pouco. A escrita é um meio de partilhar o que acredito, penso e sinto. A paixão pela escrita motiva-me a escrever, a contar estórias. A paixão pelo conhecimento e a curiosidade motivam-me a questionar e a reflectir sobre determinados temas – como este. A escrita serve essas paixões na perfeição. A verdade é que às horas de criação de enredos junto as horas de pesquisa, reflexão e escrita de conteúdos temáticos – são muitas horas. E tudo apenas pela paixão à escrita e ao conhecimento?

Os vários mundos de ser humano

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Estes quatro mundos articulam-se entre si e constituem o cubo único que cada um de nós é! Somos seres corpóreos, seres mentais, seres emocionais, seres espirituais... será que podemos ser apenas um desses seres? Será que podemos mudar algo num desses mundos, que compõem o nosso ser, sem que essa transformação tenha impacto nos outros mundos do ser que somos? Não. Por isso, a transformação deve ser implementada no todo, a todos os níveis, em virtude de o desequilíbrio de um destes mundos ser manifestado no todo.

Por onde começar…

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Estás a derrubar as paredes que constituem a tua área de conforto. Queres sair dela sem sentires estranheza ou sem te inquietares com o desconhecido? Sair da tua área de conforto é começares a ver o mundo de forma diferente, de uma forma que tu não sabes muito bem o que é, se bem que sais à descoberta! Enfim, este sentimento de desnorte vai levar-te a ver as coisas e as pessoas que estão em teu redor, a tua própria vida e a ti mesmo de uma forma diferente, mais descontraída, mais liberta de preconceitos e de pré-conceitos do que é suposto existir ou ser. O caos torna a vida mais simples assim que tu aceitas o que esta te traz e, principalmente, assim que vives de forma autêntica.

Abraça a transformação!

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A transformação ocorre, assim, por entre períodos mais fáceis e outros mais difíceis, períodos em que vamos questionar tudo e outros em que somos invadidos de uma força inabalável, períodos em que a transformação acontece de forma rápida e outros que parece estagnar, não temos consciência de existir uma evolução, tal é a lentidão. Esta oscilação pode provocar frustração e desmotivação. Consequentemente, a transformação assusta. Enche-nos de medos e dúvidas, pois começamos a perceber que a personalidade que identificamos em nós transforma-se numa ilusão e desvanece por completo. A verdade é que tudo isto é necessário para nos conectar com o que de mais autêntico existe em nós; vem desvendar a nossa essência, perdida atrás de véus que nos iludem e aprisionam.