Amar…

Amar é liberdade. Amar não é ter! Amar é deixar ir!

Em silêncio

Desculpa! Por vezes, abuso da tua lembrança! Acredita! Abuso mesmo!

Livre!

Vivo bem com o que sinto. Adoro o amor que nos une; Adoro como me faz sentir. E quero que sejas feliz como escolheres viver. Quero que sejas feliz. Esse é com certeza o maior desejo que tenho para ti.

Errar por amar…

Sou emocional e, quando gosto de uma pessoa, entrego-me. Sinto as pessoas próximas, lembro-mo delas constantemente E não seria a primeira vez que era mal entendida, por ser como sou. E não acho que seja um erro!

Eu amo-te!

Será que ele me ama? Esta pergunta era um vaivém constante. Eu precisava de o ouvir dizer que me amava e ele precisava de me ouvir dizer que o amava. Ontem e hoje, essa necessidade invadiu-me sem dó nem piedade!

Apenas tu fazes sentido!

Foi esse medo e carência que me levou a um envolvimento vazio apenas para me proteger. Proteger? Proteger de um sentimento que pensei sentir e não senti! Proteger de uma dor que vivi e temo voltar a sentir! Por isso, escondi dentro de mim esse sentimento que me desalinha. Procuro assim calá-lo com relacionamentos vazios, relacionamentos sem disponibilidade, sem cuidado, sem carinho, sem companheirismo, sem presença… apenas algo que me prende e me impede de me entregar àquela pessoa que sinto ser o meu reflexo.

Relações…

O mais curioso nisto tudo é que o acto de abrir o coração, o acto de falar sinceramente sobre o que sentimos é a melhor forma para evitar reacções emocionais descontroladas. Reacções estas que nos afastam dos sentimentos genuínos e, dessa forma, dos outros. Ser vulnerável é ser corajoso!

A um passo do Ser

A verdade é que esta construção foi feita baseada no comportamento, no resultado, no pensamento e nunca no ser.

Love hurts!????

How can love hurt? Love empowers! Love is joy! Love is care! Love is worth! Still, that idea keeps ruling inside. Why? Big question! Hard answer!

Adoro dançar!

Esta liberdade, este fluir nem sempre acontecem. Os corpos tocam-se e não se conectam, apenas se desencontram no ritmo, no tempo, nos movimentos.

Amor incondicional: existe ou não existe?

Amar incondicionalmente não é permitir que os outros façam tudo o que querem. O facto de definir os nossos limites é a demonstração de que nos amamos e quando os partilhamos com os nossos entes queridos estamos apenas a demonstrar que, mesmo correndo o risco de os afastar de nós, acreditamos no amor que nos une.

Como acreditar que o amor existe?

Porque razão insistimos nós em achar que todas as relações que vivemos vão provocar as mesmas desilusões? Quantas vezes já nos desiludimos a nós mesmos? Provavelmente, muitas vezes. E como podemos achar possível que outros não nos desiludam, quando nós o fazemos? Afinal, estamos apenas a dizer que não acreditamos no amor, por causa das desilusões amorosas que sofremos. E sustentamos essa descrença numa desilusão amorosa que, por sua vez, está sustentada numa necessidade que não vimos respondida numa determinada relação amorosa. Esperávamos uma resposta e não a recebemos.

Na praia com… (2)

O que a mente está a fazer é a impedir-te de experienciar um determinado evento, porque faz um julgamento da situação mediante as lembranças de julgamentos anteriores. Isto só faz com que tu vivas memórias em vez de viveres o presente. Por isso, a ideia de Eckart Tolle de viver o Agora! Essa libertação da mente, que é o que o Osho chamava de não-mente, é difícil de atingir, porque nós construímos esse mapa mental como protecção. Por isso digo que a mente nos mente. Porque a mente serve de escudo para a vida. Mas tu só experiencias a vida, vivendo. Se te escudas de viver determinadas coisas só porque estás a viver uma situação que te recorda outra que já viveste

Será possível não comunicar?

As inúmeras experiências da vida definem a compreensão que fazemos de nós, dos outros e do mundo. A essa associamos regularmente novas ideias e experiências que nos chegam através dos nossos sentidos. Os sentidos são funções do organismo que nos permitem perceber e reconhecer as características do meio envolvente.

O amor que nos faz bem!

Amar, por vezes, é confundido com direitos, com paixões, com posse. No entanto, o que nos leva a amar é a sensação de liberdade que vivemos quando estamos em contacto com alguém que vê a nossa perfeição dentro das nossas mais estranhas imperfeições.