Be happy

Are you looking for a lover to be happy? Try something else, instead! Try to be happy by yourself. No one can make you happy. That’s your responsibility. When that happens, you’ll find someone who truly loves you!

Prefiro ser autêntica!!!

Voltando à introspecção… Hoje, quero partilhar uma ideia diferente desta. Percebi que é nos momentos em que não correspondemos às expectativas dos outros que percebemos quem nos ama de verdade. Quero deixar claro, estou a falar de qualquer forma que o amor possa tomar. Por vezes, decidimos agir de uma forma inesperada para quem nos conhece. Quem nos ama questiona o porquê, tenta compreender a nossa decisão, a nossa atitude, procura aceitar e adaptar-se.

Como estás?

Se não queres saber como está verdadeiramente alguém, não questiones! Dá apenas um abraço, um beijo ou um bom dia! Se sentires que a conversa apenas continua com a habitual pergunta “Como estás?”, fica em silêncio e sente esse desconforto, pouco à vontade que olhar uma pessoa nos olhos e permanecer em silêncio por vezes provoca.

Sou suficiente!

Através do confronto com o que que estamos a sentir e não estamos a ser capazes de reconhecer e assumir, com o que estamos a pensar e não faz sentido, e com o que estamos a viver, mesmo que seja um vazio de palavras, chegamos à criação de quem somos de verdade! Percebi que estes momentos de bloqueio criativo surgem quando tenho necessidade de me desapegar das crenças que me levam a pensar que não sou suficiente. Sou suficiente!

22.Novembro.2002

«Para mim, amor é a capacidade em adaptar-nos à pessoa com que vivemos e permitir que ela tenha o seu espaço, a sua liberdade dentro da relação. Amor é respeito mútuo. Sem isso, a disputa, a intolerância, a invasão de espaço será uma constante na relação.»

Amar…

Amar é liberdade. Amar não é ter! Amar é deixar ir!

Livre!

Vivo bem com o que sinto. Adoro o amor que nos une; Adoro como me faz sentir. E quero que sejas feliz como escolheres viver. Quero que sejas feliz. Esse é com certeza o maior desejo que tenho para ti.

Eu amo-te!

Será que ele me ama? Esta pergunta era um vaivém constante. Eu precisava de o ouvir dizer que me amava e ele precisava de me ouvir dizer que o amava. Ontem e hoje, essa necessidade invadiu-me sem dó nem piedade!

A um passo do Ser

A verdade é que esta construção foi feita baseada no comportamento, no resultado, no pensamento e nunca no ser.

Love hurts!????

How can love hurt? Love empowers! Love is joy! Love is care! Love is worth! Still, that idea keeps ruling inside. Why? Big question! Hard answer!

Adoro dançar!

Esta liberdade, este fluir nem sempre acontecem. Os corpos tocam-se e não se conectam, apenas se desencontram no ritmo, no tempo, nos movimentos.

Amor incondicional: existe ou não existe?

Amar incondicionalmente não é permitir que os outros façam tudo o que querem. O facto de definir os nossos limites é a demonstração de que nos amamos e quando os partilhamos com os nossos entes queridos estamos apenas a demonstrar que, mesmo correndo o risco de os afastar de nós, acreditamos no amor que nos une.

Como acreditar que o amor existe?

Porque razão insistimos nós em achar que todas as relações que vivemos vão provocar as mesmas desilusões? Quantas vezes já nos desiludimos a nós mesmos? Provavelmente, muitas vezes. E como podemos achar possível que outros não nos desiludam, quando nós o fazemos? Afinal, estamos apenas a dizer que não acreditamos no amor, por causa das desilusões amorosas que sofremos. E sustentamos essa descrença numa desilusão amorosa que, por sua vez, está sustentada numa necessidade que não vimos respondida numa determinada relação amorosa. Esperávamos uma resposta e não a recebemos.

Ami, a pequena casa velha

Ami entusiasmou-se de tal forma que abriu as portadas de madeira e todas as portas e janelas, convidando-os a entrar. Pelo ar entraram os pássaros, as abelhas e as borboletas. Por baixo deles, corriam os cães, os gatos, os esquilos, os coelhos e os ratos. As flores abanavam-se ao som da sua felicidade, enchendo o espaço com um aroma acre e doce. Também as árvores quiseram ver o que ali acontecia e, deixando que o sol iluminasse o seu caminho, vergaram-se de espanto sobre Ami.

O amor que nos faz bem!

Amar, por vezes, é confundido com direitos, com paixões, com posse. No entanto, o que nos leva a amar é a sensação de liberdade que vivemos quando estamos em contacto com alguém que vê a nossa perfeição dentro das nossas mais estranhas imperfeições.