Deixa fluir!

Tantas vezes me apanhei a deitar abaixo tudo em que acreditava e desejava, tudo o que fazia, tudo o que eu sou – porque eu não devia ser como sou… julgava-me sem valor e incapaz de evoluir. E por que motivo não conseguia valorizar-me? Por que motivo me sentia tão indigna? Por que tinha uma percepção distorcida de mim mesma e era incapaz de me amar sem sentir culpa, medo ou inconsistência. Vivia crente que não era suficiente! Tinha que ser perfeita para ter valor. A avaliação subjectiva de mim mesma estava condicionada por crenças e emoções auto-significantes negativas, como por exemplo tinha vergonha de mim mesma, em vez de sentir admiração por quem era; sentia-me incompetente para lidar com os desafios básicos da vida, em vez de reconhecer as inúmeras competências que demonstrava diariamente; sentia-me desmerecedora de ser feliz, em vez de aceitar a felicidade; sentia-me vítima das circunstâncias, em vez de me sentir grata pelas aprendizagens… Estas e muitas outras são características típicas de uma auto-estima desequilibrada, seja ela baixa, média ou exacerbada. Prefiro chamá-la de auto-estima não saudável! A verdade é que curar uma auto-estima não saudável requer consciência, paciência e consistência.

Reconhecimento… Estima… Amor

Por isso, tenho muitas dúvidas; Questiono-me muito se o que estou a fazer faz sentido ou se é uma perda de tempo… Se toda a energia que estou a dedicar a determinadas actividades e experiências é um investimento ou um desperdício de energia. Tudo isso leva-me a olhar para trás e a perceber o caminho que fiz até aqui. A menina que existiu lá atrás As várias mulheres que fui como criança, como adolescente, como adulta As características não assumidas para não dar parte fraca Os preconceitos e as crenças surreais que me levaram a vivências dolorosas, enriquecedoras e desconcertantes As mágoas que deixei que me pesassem por anos e anos!

O que me trouxe até aqui…

Quando nasci, passei de uma dimensão subtil a uma dimensão densa – como qualquer um de vocês – passei de um estado etérico a um corpóreo. E assim vive a sabedoria subtil no mundo material. Até aos quatro anos vivemos (agimos) consoante essa sabedoria. Talvez por isso a leveza do toque de um bebé ou a ingenuidade de uma pequena criança… Essa sabedoria é a nossa essência Universal e subtil, que se esconde no âmago do nosso ser, rodeada de muros construídos ao longo do processo de aculturação, por que todos passamos. Estes muros são o que são, num mundo de densidade máxima. Essa subtileza é o que de mais genuíno temos em nós E é, por isso, o que nos torna mais vulneráveis! Camuflá-la é afastar de nós o que nos une à essência universal e nos leva a viver em constante procura de algo que já existe, se bem que temamos assumir.

29.Dezembro.2002

Aquela conversa levou a muita gargalhada, gozo e ao primeiro jantar oficial daquela cabana. Aquela primeira noite foi óptima enquanto o Bruno esteve comigo. Depois foi muito complicada. Estava habituada a viver acompanhada. Sempre que precisava desabafar procurava a companhia da minha mana. Até senti falta das várias intromissões da minha mãe.... como ela consegue ser chatinha! Quando estava em casa dos meus pais todas as noites conversava com a Olga. Nas duas primeiras semanas senti muito a falta da minha família, talvez por isso tenha levado tanto tempo a escolher as fotos, que coloquei na parede da sala. Todas as fotos me lembram momentos maravilhosos na companhia da família, do Nuno, de amigos, de desconhecidos... as viagens com a Olga, os fins-de-semana com o Nuno e as festas snobs da minha mãe... tudo era retratado nos milhares de fotos que reuni ao longo dos anos nos muitos álbuns que insisto em coleccionar... pelo menos os que tinha levado comigo, pois tinha deixado vários em casa dos meus pais. Foi difícil a adaptação. Essa sempre foi a minha maior qualidade! Acho que a culpa tornou a minha adaptação impossível. Sentia tanta vergonha, pois fiz tudo o que sempre critiquei. O plano estava mais do que claro na minha cabeça. Mergulhar no trabalho para adormecer aquela dor insuportável. Estava claro que a quinta seria um espaço de lazer, as obras foram desenhadas para a transformar numa quinta de turismo natural. Aquele pulmão, que tinha à volta daqueles edifícios, seria o espaço perfeito para actividades ao ar-livre.

Espelho meu, espelho meu…

Tantas vezes julgamos os outros Confundimos acções com intenções Magoamos porque nos preocupamos Queremos o bem-estar dos nossos entes queridos E por isso, tentamos a todo o custo protegê-los. Curioso! Levados pela preocupação, julgamos eventos, comportamentos e pessoas. O amor motiva-nos a ocupar-nos do bem-estar de quem amamos! O ego, o medo, leva-nos a preocupar-nos com tudo o que, no nosso entender, pode provocar mal-estar a quem amamos. Para quê preocupar com o bem-estar dos outros, se podemos ocupar-nos do seu bem-estar?

Ciúme

No fundo, o que o ciúme está a fazer é a motivar a tomada de consciência do que se passa dentro de nós – o porquê deste ciúme, o que é que me faz sentir assim, o que é que me faz ser tão insegura nesta relação. A maior parte das vezes, esta insegurança está ligada à oscilação que vivemos ao nível da nossa auto-estima. Umas vezes temos uma auto-estima baixa e outras vezes temos uma auto-estima alta – não conseguimos estabilizar o nível da nossa auto-estima.

Joy

Joy is a state of mind. It's a growing path. It's not something that happens, that you buy. It is something we discover deep down inside ourselves through self knowledge, self love and self compassion.

Os três aspectos do Eu

“Eu acredito que são ferramentas muito úteis para auxiliar no auto-conhecimento, se bem que somos seres com livre-arbítrio, podemos sempre escolher entre as imensas oportunidades que surgem na vida, mesmo que nos empurrem para um caminho diferente”

Amor não correspondido…

Os amores não correspondidos fazem parte da vida. Não devem ser alvos de pena! O amor que sentimos é suficiente! E aqui falo de amor. Não falo de obsessão, nem de outras coisas acabadas em ão… Quando amamos de verdade, queremos que o alvo do nosso amor seja feliz! Quando amamos de verdade, aceitamos as circunstâncias. Aceitamos a decisão de quem amamos em viver essa felicidade com outra pessoa; ou, simplesmente, aceitamos a decisão de não querer vivê-la ao nosso lado! A pena leva somente a um caminho de mágoa; mágoa por sentirmos que alguém sente pena de nós apenas por amarmos sem condições. Quase parece que o nosso amor é uma ilusão! E a maior mágoa acontece quando essa pena vem da pessoa que amamos!

Be happy

Are you looking for a lover to be happy? Try something else, instead! Try to be happy by yourself. No one can make you happy. That’s your responsibility. When that happens, you’ll find someone who truly loves you!

O cão

De alma e coração, o cão entrega-se e partilha a sua essência com a vida!

Sentidos

O ser humano associa, com alguma regularidade, novas ideias e acontecimentos à compreensão prévia que tem do Mundo, que provém das inúmeras experiências de vida. Cada uma destas experiências inclui elementos provenientes de uma associação dos sentidos, que consistem nas funções que propiciam os seres vivos de perceber e reconhecer as características do meio ambiente em que se encontram.

Os sentidos básicos do ser humano são cinco – tacto, audição, olfacto, paladar e visão, servindo-se respectivamente dos seguintes órgãos: pele, ouvidos, nariz, língua e olhos.

Prefiro ser autêntica!!!

Voltando à introspecção… Hoje, quero partilhar uma ideia diferente desta. Percebi que é nos momentos em que não correspondemos às expectativas dos outros que percebemos quem nos ama de verdade. Quero deixar claro, estou a falar de qualquer forma que o amor possa tomar. Por vezes, decidimos agir de uma forma inesperada para quem nos conhece. Quem nos ama questiona o porquê, tenta compreender a nossa decisão, a nossa atitude, procura aceitar e adaptar-se.

Acredita!!!

Por tudo isto, para mim o amor era algo que provocava sofrimento e desilusão, logo não havia lógica para ir em busca de, nem mesmo conseguia compreender o porquê de tanta energia gasta por causa do amor. Nessa altura, estava numa fase em que vivia desligada das minhas emoções. Aliás, bem cedo, bloqueei as minhas emoções. Por isso, vivia relacionamentos muito superficiais, sem qualquer ligação emocional com os outros, sem amor. E não falo apenas de relacionamentos amorosos, falo de todo o tipo de relacionamentos. A verdade é que vivia relacionamentos muito focada no acto de ter alguém e não no acto de me relacionar de forma genuína com esse alguém. Talvez por isso, sempre fui um enigma para muita gente, pois não havia uma conexão autêntica entre mim e as pessoas com quem me “relacionava”. Dez anos depois, vejo o amor de forma completamente diferente.

Sem pressas!

Um toque subtil Mão com mão… De um aproximar tímido e sentido Uma carícia… O querer estar perto Querer tocar, abraçar, beijar E ao mesmo tempo, o querer não apressar. O querer apreciar sem pressas, sem se antecipar ao momento! Como é maravilhoso este tipo de relação, tão rara hoje em dia!

Como estás?

Se não queres saber como está verdadeiramente alguém, não questiones! Dá apenas um abraço, um beijo ou um bom dia! Se sentires que a conversa apenas continua com a habitual pergunta “Como estás?”, fica em silêncio e sente esse desconforto, pouco à vontade que olhar uma pessoa nos olhos e permanecer em silêncio por vezes provoca.

Sou suficiente!

Através do confronto com o que que estamos a sentir e não estamos a ser capazes de reconhecer e assumir, com o que estamos a pensar e não faz sentido, e com o que estamos a viver, mesmo que seja um vazio de palavras, chegamos à criação de quem somos de verdade! Percebi que estes momentos de bloqueio criativo surgem quando tenho necessidade de me desapegar das crenças que me levam a pensar que não sou suficiente. Sou suficiente!

Ai, esta espera…

Será tudo isto apenas loucura? Ou será mais uma oportunidade? Oportunidade de quê? De aprender! Aprender o quê? A esperar pelo momento certo! Certo?! E porque não já? Será assim tão errado? É! Porquê?

Amar não é sinal de carência!!!

Este mundo anda todo louco! De um lado, um néon para promover o respeito e o fim do preconceito; do outro, um néon para rotular aquelas mulheres que apenas dão, sem pensar no que vão receber em troca. Coaching de relacionamentos??? A sério?!!! Céus!!! Quem lê o que escrevo sabe que escrevo muito sobre relacionamentos e coaching. Como coach, a minha função é co-criar com o cliente a desconstrução de crenças limitadoras e promover a mudança de perspectivas, de comportamentos, de atitudes. Não faz parte da minha função como coach, a criação de rótulos, o julgamento dos outros, nem mesmo a criação de mais crenças limitadoras. Isso não é coaching! Coaching é criar em conjunto. Coaching é estimular o não-julgamento. Coaching é promover a diminuição de conceitos e crenças preconceituosas. Coaching é amadurecimento de ideias e de pessoas. Coaching é busca de si mesmo.

A ti dedico…

A ti dedico o amor que do nada nasce

22.Novembro.2002

«Para mim, amor é a capacidade em adaptar-nos à pessoa com que vivemos e permitir que ela tenha o seu espaço, a sua liberdade dentro da relação. Amor é respeito mútuo. Sem isso, a disputa, a intolerância, a invasão de espaço será uma constante na relação.»

Amar…

Amar é liberdade. Amar não é ter! Amar é deixar ir!

Numerologia: em que consiste?

A Numerologia é assim definida como uma técnica de análise da personalidade, iluminando as muitas facetas do comportamento humano, uma vez que o nome e a data de nascimento de uma pessoa estão em evidência por toda a vida, vibrando no inconsciente, como se fosse um código de presença.

Sou o efeito que crio na vida!

Talvez seja mais fácil dizer que sou tudo e nada… o comportamento, a atitude, as competências, as ferramentas, os rótulos dependem da situação, do momento, da experiência! Então, quem sou eu? Sou isso mesmo! Sou eu! Sou o todo e o nada que faz de mim quem sou! E sou o efeito que crio na vida!

Crescer, sempre! E como?

“A missão de quem ama não é a de eliminar a cruz para seu bem-amado, mas a de reforçar os seus ombros para que possa carregá-la.” Neylor J. Tonin Os seres humanos apresentam uma incrível aptidão para o desenvolvimento, que segundo Idalberto Chiavenato (1994) é “a capacidade de aprender novas habilidades, obter novos conhecimentos e …

T.R.U.S.T

Imagine what happens when we look at the word Trust as an anagram?ToleranceRecognitionUnionStrengthTruthThus, trust happens when we have the Strength to Recognise and Tolerate the Truth that lives within the Union of two individuals.However, sometimes we can’t trust, even if there is no reason not to. It happens when we lack one of the five.I …

Livre!

Vivo bem com o que sinto. Adoro o amor que nos une; Adoro como me faz sentir. E quero que sejas feliz como escolheres viver. Quero que sejas feliz. Esse é com certeza o maior desejo que tenho para ti.

Eu amo-te!

Será que ele me ama? Esta pergunta era um vaivém constante. Eu precisava de o ouvir dizer que me amava e ele precisava de me ouvir dizer que o amava. Ontem e hoje, essa necessidade invadiu-me sem dó nem piedade!

Relações…

O mais curioso nisto tudo é que o acto de abrir o coração, o acto de falar sinceramente sobre o que sentimos é a melhor forma para evitar reacções emocionais descontroladas. Reacções estas que nos afastam dos sentimentos genuínos e, dessa forma, dos outros. Ser vulnerável é ser corajoso!

A um passo do Ser

A verdade é que esta construção foi feita baseada no comportamento, no resultado, no pensamento e nunca no ser.