O que me trouxe até aqui…

Quando nasci, passei de uma dimensão subtil a uma dimensão densa – como qualquer um de vocês – passei de um estado etérico a um corpóreo. E assim vive a sabedoria subtil no mundo material. Até aos quatro anos vivemos (agimos) consoante essa sabedoria. Talvez por isso a leveza do toque de um bebé ou a ingenuidade de uma pequena criança… Essa sabedoria é a nossa essência Universal e subtil, que se esconde no âmago do nosso ser, rodeada de muros construídos ao longo do processo de aculturação, por que todos passamos. Estes muros são o que são, num mundo de densidade máxima. Essa subtileza é o que de mais genuíno temos em nós E é, por isso, o que nos torna mais vulneráveis! Camuflá-la é afastar de nós o que nos une à essência universal e nos leva a viver em constante procura de algo que já existe, se bem que temamos assumir.

29.Dezembro.2002

Aquela conversa levou a muita gargalhada, gozo e ao primeiro jantar oficial daquela cabana. Aquela primeira noite foi óptima enquanto o Bruno esteve comigo. Depois foi muito complicada. Estava habituada a viver acompanhada. Sempre que precisava desabafar procurava a companhia da minha mana. Até senti falta das várias intromissões da minha mãe.... como ela consegue ser chatinha! Quando estava em casa dos meus pais todas as noites conversava com a Olga. Nas duas primeiras semanas senti muito a falta da minha família, talvez por isso tenha levado tanto tempo a escolher as fotos, que coloquei na parede da sala. Todas as fotos me lembram momentos maravilhosos na companhia da família, do Nuno, de amigos, de desconhecidos... as viagens com a Olga, os fins-de-semana com o Nuno e as festas snobs da minha mãe... tudo era retratado nos milhares de fotos que reuni ao longo dos anos nos muitos álbuns que insisto em coleccionar... pelo menos os que tinha levado comigo, pois tinha deixado vários em casa dos meus pais. Foi difícil a adaptação. Essa sempre foi a minha maior qualidade! Acho que a culpa tornou a minha adaptação impossível. Sentia tanta vergonha, pois fiz tudo o que sempre critiquei. O plano estava mais do que claro na minha cabeça. Mergulhar no trabalho para adormecer aquela dor insuportável. Estava claro que a quinta seria um espaço de lazer, as obras foram desenhadas para a transformar numa quinta de turismo natural. Aquele pulmão, que tinha à volta daqueles edifícios, seria o espaço perfeito para actividades ao ar-livre.

Espelho meu, espelho meu…

Tantas vezes julgamos os outros Confundimos acções com intenções Magoamos porque nos preocupamos Queremos o bem-estar dos nossos entes queridos E por isso, tentamos a todo o custo protegê-los. Curioso! Levados pela preocupação, julgamos eventos, comportamentos e pessoas. O amor motiva-nos a ocupar-nos do bem-estar de quem amamos! O ego, o medo, leva-nos a preocupar-nos com tudo o que, no nosso entender, pode provocar mal-estar a quem amamos. Para quê preocupar com o bem-estar dos outros, se podemos ocupar-nos do seu bem-estar?

Questionar

O mestre trouxe a chaleira, deitou o chá na chávena – e continuou a deitá-lo. A chávena já estava cheia e o chá começou a transbordar para cima do pires, mas ele continuou a deitá-lo. Foi então que o pires também ficou cheio. Só mais uma pinga e o chá começaria a transbordar para o chão, pelo que o professor disse: «Pára! O que estás a fazer? Estás louco ou quê? Não vês que a chávena está cheia? Não vês que o pires está cheio?»

Ciúme

No fundo, o que o ciúme está a fazer é a motivar a tomada de consciência do que se passa dentro de nós – o porquê deste ciúme, o que é que me faz sentir assim, o que é que me faz ser tão insegura nesta relação. A maior parte das vezes, esta insegurança está ligada à oscilação que vivemos ao nível da nossa auto-estima. Umas vezes temos uma auto-estima baixa e outras vezes temos uma auto-estima alta – não conseguimos estabilizar o nível da nossa auto-estima.

Joy

Joy is a state of mind. It's a growing path. It's not something that happens, that you buy. It is something we discover deep down inside ourselves through self knowledge, self love and self compassion.

Os três aspectos do Eu

“Eu acredito que são ferramentas muito úteis para auxiliar no auto-conhecimento, se bem que somos seres com livre-arbítrio, podemos sempre escolher entre as imensas oportunidades que surgem na vida, mesmo que nos empurrem para um caminho diferente”

Amor não correspondido…

Os amores não correspondidos fazem parte da vida. Não devem ser alvos de pena! O amor que sentimos é suficiente! E aqui falo de amor. Não falo de obsessão, nem de outras coisas acabadas em ão… Quando amamos de verdade, queremos que o alvo do nosso amor seja feliz! Quando amamos de verdade, aceitamos as circunstâncias. Aceitamos a decisão de quem amamos em viver essa felicidade com outra pessoa; ou, simplesmente, aceitamos a decisão de não querer vivê-la ao nosso lado! A pena leva somente a um caminho de mágoa; mágoa por sentirmos que alguém sente pena de nós apenas por amarmos sem condições. Quase parece que o nosso amor é uma ilusão! E a maior mágoa acontece quando essa pena vem da pessoa que amamos!

Prefiro ser autêntica!!!

Voltando à introspecção… Hoje, quero partilhar uma ideia diferente desta. Percebi que é nos momentos em que não correspondemos às expectativas dos outros que percebemos quem nos ama de verdade. Quero deixar claro, estou a falar de qualquer forma que o amor possa tomar. Por vezes, decidimos agir de uma forma inesperada para quem nos conhece. Quem nos ama questiona o porquê, tenta compreender a nossa decisão, a nossa atitude, procura aceitar e adaptar-se.

Numerologia: em que consiste?

A Numerologia é assim definida como uma técnica de análise da personalidade, iluminando as muitas facetas do comportamento humano, uma vez que o nome e a data de nascimento de uma pessoa estão em evidência por toda a vida, vibrando no inconsciente, como se fosse um código de presença.

Sou o efeito que crio na vida!

Talvez seja mais fácil dizer que sou tudo e nada… o comportamento, a atitude, as competências, as ferramentas, os rótulos dependem da situação, do momento, da experiência! Então, quem sou eu? Sou isso mesmo! Sou eu! Sou o todo e o nada que faz de mim quem sou! E sou o efeito que crio na vida!

“Todos os sentidos?”

O palco tinha várias almofadas no chão e ao centro viram um jovem casal a meditar. Estavam os dois descalços, sentados em lótus e de olhos fechados.
A certa altura, ele estendeu as pernas, deitou o tronco sobre estas e repousou assim por alguns segundos. Depois ergueu o tronco, levantou ligeiramente as pernas e rodou sobre si mesmo, ficando de costas para a mulher ainda num estado meditativo profundo.
Encostou as costas no chão e, de seguida, ergueu as pernas, formando um ângulo recto com o tronco. Esticou os braços suavemente para trás e abraçou as pernas da companheira.

Who are you?

By understanding this, I realized that to be authentically me I needed to live by that belief, the belief in the power of love. I needed to use it as my guide, because I am a giver. However, I realized that as a giver it is so difficult to know how to stop or when to stop. Setting and respecting boundaries is very difficult for a giver, because a giver needs to help, to give without limitations. But, if people don't know my boundaries or if I go out of my boundaries (or if I don't have boundaries), I won't be able to be authentically me.

Positive or Negative – both have a role in your life!

By staying centered. By meditation. By faith in human race, specially those that you love and want to help. Don't tell them “look, that's is a cry for help because of this or that”, because they don't know what is happening to them. Remember that most of the times, those people are not aware of their negative behaviour. They are not aware what goes on inside them. They are not aware of a bunch of memories inside them, that makes them feel like that – abandoned, alone, hurt, depressed... they don't know what makes them feel anger inside and they don't know why they feel like that. So, they need to get it out and the way they find is to be near a person they love and trust. And the way they do that is in such a way, an unaware way. They don't want to hurt you, they just want to take it out of their chest, unaware – most of the times – of the pain they are causing to someone else. They just want you to help them. They need your help, they need your attention, they need your positivity.

Urge!

I was there waiting for the first words that might make some sense!
Nothing!
Nothing
And more nothing!
Why? - I thought.
Why do I need so much to write?
Why do I write?
What drives me to write?
Why?
Well, clearly I don't need to write.
I write because I want to.
That urge wasn't a need.
Or maybe it was. I don't know.
What I know is that writing brings me back to myself.
Writing is the path to my inner self.
Writing is connecting with my