Continua a acreditar!

Quem rejeita, rejeita-se a si mesmo! Procura rejeitar, afastar as confusões, os conflitos, os medos, as crenças, os preconceitos que leva a sentir-se completamente perdido dentro de si mesmo! Eu não consigo desistir dos outros! Sou o tipo de pessoa que diz: “Se precisares de mim, estou cá; Se não precisares de mim, estou cá na mesma; Vive o que tens que viver para, por ti, perceberes o que estás a viver, porque a vida vai ajudar-te a perceber”. Afinal, cada um deve responsabilizar-se pela tomada de consciência do que está a fazer, do porquê de o fazer como faz e, principalmente, que impacto essas atitudes, esses comportamentos, essas palavras têm na sua vida. Estou aqui para ajudar, se quiserem a minha ajuda – é para isso que me preparo há anos, é para isso que trabalho em mim todos os dias… Agora, não é responsabilidade minha tomar consciência disso; cada um tem a sua!

Amar não é sinal de carência!!!

Este mundo anda todo louco! De um lado, um néon para promover o respeito e o fim do preconceito; do outro, um néon para rotular aquelas mulheres que apenas dão, sem pensar no que vão receber em troca. Coaching de relacionamentos??? A sério?!!! Céus!!! Quem lê o que escrevo sabe que escrevo muito sobre relacionamentos e coaching. Como coach, a minha função é co-criar com o cliente a desconstrução de crenças limitadoras e promover a mudança de perspectivas, de comportamentos, de atitudes. Não faz parte da minha função como coach, a criação de rótulos, o julgamento dos outros, nem mesmo a criação de mais crenças limitadoras. Isso não é coaching! Coaching é criar em conjunto. Coaching é estimular o não-julgamento. Coaching é promover a diminuição de conceitos e crenças preconceituosas. Coaching é amadurecimento de ideias e de pessoas. Coaching é busca de si mesmo.

Será que uma estrutura intersubjectiva de reconhecimento mútuo pode unir-se a uma acção comunicativa descentrada do mundo, criando assim um claro caminho de entendimento e respeito mútuo?

Marshall Rosenberg defende que a violência, seja na forma como comunicamos, como nos comportamos ou seja na forma como tratamos os outros, nasce da educação punitiva e não da natureza do ser humano, passando uma ideia de necessidade de um trabalho profundo na educação de uma sociedade mais consciente e compreensiva.
A ligação que encontrei com Habermas e Honneth vem do facto de Rosenberg defender que a forma mais eficaz de nos conectar com as outras pessoas é aprender como nos expressámos na linguagem da vida e como responder às mensagens que recebemos dos outros. Assim, diz que «In Nonviolent Communication, we try to keep our attention focused by answering two critical questions: What’s alive in us? And what can we do to make life more wonderful?» .