E será que sou apenas o ego?

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Como posso aceitar a distância, o silêncio em que me escondes? Como posso aceitar o ser constantemente ignorada? Como posso aceitar a fuga constante do sentimento que nos conecta? Como posso aceitar tudo isso em nome do amor e continuar a acreditar no amor-próprio? Será possível alguém que se ama verdadeiramente, aceitar tudo isto? Tenho questionado tanto esta ideia do amor-próprio… Afinal, não consigo questionar o amor que nos une! Resta o amor-próprio…

Ego, onde tudo se desenrola!

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Um relacionamento é um organismo vivo! Ele nasce, cresce e transforma-se! Nasce de nós para nós! Cresce por nós! Transforma-se dentro de nós! O relacionamento romântico floresce para satisfazer as nossas necessidades de prazer; para responder às nossas necessidades de atenção, carinho, admiração e reconhecimento; e para inspirar a entrega e a partilha genuína! Por isso, o prazer sexual satisfaz; a paixão desperta; o amor eleva! E, se olharmos para a forma como cada um pode evoluir para o seguinte, desvendamos sete fases de evolução num relacionamento romântico.

Prazer sexual, paixão ou amor?

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A vivência humana abre caminho a várias experiências relacionais. Vivemos relacionamentos de amizade, familiares, românticos, sociais, profissionais… Vivemos relacionamentos com mais ou menos intensidade… Vivemos relacionamentos com mais ou menos impacto na nossa felicidade… E foi este impacto que me empurrou para mais uma reflexão sobre relacionamentos. Escolhi o relacionamento romântico por sentir que é o que mais conflito interior provoca. Este conflito interior nasce do choque entre o querer e os ideais que cada um adopta.

Escolhe agir, em vez de reagir!

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Uma pessoa feliz escolhe agir. Uma pessoa feliz aceita e agradece o que a vida lhe atira. Uma pessoa feliz percebe o que pode aprender com cada experiência. Não julga tudo o que lhe atiram, apenas aprende! Adopta o que faz sentido para si.

A felicidade é a razão de existir!

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E essa é a maior inconsciência que vivemos nos dias de hoje – acreditar que o Outro nos vai fazer feliz, que uma casa ou um carro ou um namorado ou o fim dos problemas é que nos vai fazer felizes; quando os problemas desaparecerem todos, aí sim somos felizes. Já deu para perceber que acreditar nisto não nos leva a lado algum. A felicidade não tem razão para existir. A felicidade é a razão de existir. A felicidade não tem uma causa para existir. A felicidade é a causa da existência. Ela é a causa da existência da realização de uma pessoa, de um relacionamento feliz, de uma profissão feliz, de uma vida feliz. Ela não é o efeito de um objectivo concretizado. Ela não é o efeito da manifestação de uma determinada coisa. Ela é a causa da manifestação de uma determinada coisa.

A vida a dois é uma utopia!

Não nascemos para ser mulher ou homem de alguém. Não nascemos para ser de alguém. Quando muito, nascemos para partilhar quem somos com alguém. Fomos educados para casar e aceitar tudo o que essa ideia de ser mulher ou homem de alguém acarreta. A verdade é que está na hora de perceber que não nascemos para isso. Nós nascemos para ser nós mesmos! E se assim entendermos, escolher partilhar quem somos com outro alguém, porém o eu e o tu não deixa de existir para que o nós exista. Uma relação é uma vivência a três, contrariamente ao que muita gente possa pensar. O EU vive em comunhão com o TU e o TU vive em comunhão com o EU. Os dois apreciam-se e desenvolvem-se como NÓS, co-existem como seres livres, independentes e co-criadores de mais uma vida! O nosso primeiro filho é a relação que co-criamos com outra pessoa!

Continua a amar…

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Porque será? Pareço ligada a uma frequência que só ouve crenças surreais e estórias ilusivas… E, depois, é isto! Partilho convosco os insights que me chegam através dessa “rádio” estranha e sem tempo e espaço definido. Mais uma crença me chegou aos ouvidos… Mais um arrepio na espinha… Mais um turbilhão de emoções, sentimentos, pensamentos que culminaram num aglomerado de palavras, que se unem para passar mais uma mensagem de clareza.

Cuida da tua semente!

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O amor é uma energia, que faz parte da vida, da Natureza, faz parte de nós. Na raiz da palavra latina, que deu origem à palavra portuguesa amor, está impressa a ideia de semear, se bem que eu prefira definir amor como o acto de cuidar e não tanto de semear, porque a semente já existe dentro de nós. A nossa responsabilidade é cuidar dessa semente, para que ela se desenvolva e floresça. A verdade é que nós não acreditamos que essa semente existe dentro de nós e isso magoa! Nós não acreditamos que somos capazes de viver em amor. Não acreditamos que merecemos esse amor, esse cuidado. E por isso conformamo-nos com a Paixão.

Guerra dos sexos: inconsciência

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Pensem comigo… Há crenças, ainda hoje, que nos empurram para a referida guerra. Essas crenças continuam a ter um impacto profundo na forma como nos relacionamos com os outros, em especial entre homens e mulheres. Esse impacto apenas existe, porque não temos consciência do quão vazias são. E são propagadas de geração em geração como regras inquestionáveis para vivermos uma vida segura e feliz. Será? Será mesmo inquestionável? Será mesmo para nossa segurança e felicidade? Quantas vezes te disseram que o homem e a mulher são opostos? Quantas vezes te disseram que os opostos se atraem? Quantas vezes te disseram que o homem é forte, nobre e deve dominar? Quantas vezes te disseram que a mulher é frágil, sensível e deve obedecer ao homem?

Guerra dos sexos: comparação

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Sinto que procuramos aquilo que não existe nos outros, da mesma forma que nos recriminamos por não existir em nós… Procuramos a perfeição! E daí vem a ideia do ideal! Quantas vezes te perguntaram qual é o teu ideal de mulher ou de homem? O ideal é o que seria perfeito! O perfeito é de si imperfeito, logo nunca seria ideal! Ou seja, o ideal é uma ilusão… O ideal não é amável… A busca do ideal empurra-nos para uma vivência vazia de essência. A busca do ideal empurra-nos para uma impotência amorosa.

Sente!

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O que fica de um acto ao eliminar o julgamento desse acto? O próprio acto? Sim! O que fica de um acto, quando eliminamos o julgamento desse acto, é o próprio acto!

Guerra dos sexos: julgamento

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A ilusiva guerra dos sexos tão presente nos relacionamentos, de outrora e de hoje, assenta em três pressupostos: (1) julgamento; (2) comparação; e (3) inconsciência.

Delicadeza

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Será que a delicadeza que julgamos no Outro depende da relação que temos com a pessoa que estamos a julgar?

Será que consigo?

Olho para fora! Vejo algo! Julgo saber a intenção do que vejo! Julgo apenas, porque nunca conheço a verdadeira intenção do Outro! Percepciono o que percepciono! Do julgamento salto para o sentimento! Esse sentimento empurra-me para uma acção! Essa acção tem um efeito no Outro!

Eu sou o Universo!

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Surpreende, porque nos desperta para uma maior clareza! Clareza sobre quem queremos ser… Clareza sobre como queremos sê-lo… Clareza sobre o que faz sentido… Sentido à nossa experiência nesta Terra! 2020 está a ser um ano de renascimento. Descubro um ser novo em mim, a cada dia!

Uma ilusão qualquer!

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Não dizemos o que pensamos. Não dizemos o que sentimos. Não dizemos o que desejamos. Não dizemos o que esperamos dos outros. Não dizemos o que os outros podem esperar de nós. E exigimos receber tudo aquilo que não somos capazes de assumir.

Quarentena

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Seja como for, concordo com a ideia que esta fase de confinamento, mais ou menos radical, é o caminho de transformações profundas na vivência humana, pois dá-nos a oportunidade de questionar como temos vivido, como temos abusado da sorte ao explorar o mundo da forma que o fazemos e como queremos viver daqui para a frente. Será que queremos continuar a viver na ilusão?

Amor é…

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Amor é ... ... a energia que oferecemos a cada ser. ... o aroma com que nos dedicámos ao mundo. ... a sensibilidade que nos alimenta o espírito. ... a luz que nos conduz pelo caminho da vida! ... a vida que nos preenche a alma!

Eu não quero voltar à vida normal!

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É isso a vida normal? É difícil viver na confusão, na incerteza e na insegurança. A verdade é que, para mim, é cada vez mais difícil viver num mundinho normalizado, cheio de regras, caminhos pré-formatados e expectativas, que nem sabemos de onde vêm. Quem é que define as regras do jogo? Jogo ilusório, que passa uma ideia formatada de ser, de viver! Quem disse que para sobrevivermos temos que aceitar medidas definidas por sabe-se lá quem e impostas por um governo manietado por “forças ocultas”!? Onde está a liberdade no meio de tudo isto? Esta é a maior questão que me fica, neste período de quarentena!

Pequenos presentes que a vida oferece, todos os dias!

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Por que é tão importante partilhar isto, hoje? Porque hoje é o dia mais importante da vida. É o único que existe, a sério! Ontem já se foi. Amanhã? Não sei o que o amanhã traz. E ultimamente vivemos com tanto medo, que não sabemos se o amanhã virá.

Tudo bem

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Sabes, por vezes encontro sentido nesse teu vazio! E é por esse sentido que desisto! Desisto de forçar Desisto de querer que assumas a importância que tenho na tua vida! Tantas vezes senti me senti a mais… E não preciso disso! Não quero ser um peso! E sei que não sou! No entanto, tu sentes que o sou, por isso desisto! Desisto de assumir a tua responsabilidade. Agora, assumo apenas a minha. A minha responsabilidade é ser feliz E quero comigo quem também faz por ser feliz!

Fiquem em casa!

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O que demonstra um desconhecimento enorme do impacto que este vírus está a provocar e dos grupos de risco identificados pelas entidades competentes. No entanto, pior do que a ignorância é o preconceito estúpido a que se recorre para justificar o injustificável. Medo disto?!

Sê consciencioso!

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Ser Uno! Não é união. É Unidade! Cada um de nós é uma pequena partícula, que contém em si a magnífica subtileza de Ser! Cada partícula é parte desta Unidade e contém em si a magnitude de Ser Unidade. Por isso, não é preciso união. É preciso tomar consciência que tudo o que fazemos, dentro de nós ou à nossa volta, vai ter uma repercussão no todo que somos. Porque cada um de nós contém em si o todo que compõe o mundo.

Aproveita!

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Entramos neste mundo despidos de tudo, apenas com espírito de descobridor e rápido percebemos que a vida nos prega partidas constantemente. Aos poucos começamos a questionar que raio fazemos aqui. Por que motivo nascemos? Qual o sentido de todas estas experiências? Sem querer descobrimos que a vida é apenas mais uma oportunidade de aprender tudo de novo, através de experiências diferentes!

Comunicação

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A comunicação é como a vida, dividida em tempos e espaços. A escuta equivale à infância, em que o espaço é livre e o tempo eterno. A ponderação equivale à adolescência. Abrem-se e encontram-se os espaços, se bem que diversificam-se os caminhos; já o tempo é efémero. A fala equivale à vida adulta. Há tanto o que fazer, pouco tempo e espaço, que se torna complicado passar a mensagem. Logo, escuta muito, pondera um pouco e fala com clareza!

E que venha 2020!

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E o ano de 2019 mostrou-me isso mesmo… Abriu-me oportunidades de tomar consciência do que é fundamental para mim.

Questionar

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O mestre trouxe a chaleira, deitou o chá na chávena – e continuou a deitá-lo. A chávena já estava cheia e o chá começou a transbordar para cima do pires, mas ele continuou a deitá-lo. Foi então que o pires também ficou cheio. Só mais uma pinga e o chá começaria a transbordar para o chão, pelo que o professor disse: «Pára! O que estás a fazer? Estás louco ou quê? Não vês que a chávena está cheia? Não vês que o pires está cheio?»

Ciúme

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No fundo, o que o ciúme está a fazer é a motivar a tomada de consciência do que se passa dentro de nós – o porquê deste ciúme, o que é que me faz sentir assim, o que é que me faz ser tão insegura nesta relação. A maior parte das vezes, esta insegurança está ligada à oscilação que vivemos ao nível da nossa auto-estima. Umas vezes temos uma auto-estima baixa e outras vezes temos uma auto-estima alta – não conseguimos estabilizar o nível da nossa auto-estima.

Alegria

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A alegria é um estado de espírito. É um caminho de crescimento. Não é algo que acontece, que se compra. É algo que descobrimos no mais profundo do nosso ser, através do auto-conhecimento, do amor-próprio e da auto-compaixão.

Acredita!!!

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Por tudo isto, para mim o amor era algo que provocava sofrimento e desilusão, logo não havia lógica para ir em busca de, nem mesmo conseguia compreender o porquê de tanta energia gasta por causa do amor. Nessa altura, estava numa fase em que vivia desligada das minhas emoções. Aliás, bem cedo, bloqueei as minhas emoções. Por isso, vivia relacionamentos muito superficiais, sem qualquer ligação emocional com os outros, sem amor. E não falo apenas de relacionamentos amorosos, falo de todo o tipo de relacionamentos. A verdade é que vivia relacionamentos muito focada no acto de ter alguém e não no acto de me relacionar de forma genuína com esse alguém. Talvez por isso, sempre fui um enigma para muita gente, pois não havia uma conexão autêntica entre mim e as pessoas com quem me “relacionava”. Dez anos depois, vejo o amor de forma completamente diferente.