Numerologia: em que consiste?

A Numerologia é assim definida como uma técnica de análise da personalidade, iluminando as muitas facetas do comportamento humano, uma vez que o nome e a data de nascimento de uma pessoa estão em evidência por toda a vida, vibrando no inconsciente, como se fosse um código de presença.

Mais Portugal, mais Português!!!

Resta-nos assumir o que fomos, o que somos e o que queremos ser. Assumir os erros cometidos até então! Por todos nós! Afinal, o voto dá-nos a responsabilidade de sonhar e de exigir os nossos direitos e de cumprir os nossos deveres. Votamos em governantes para facilitar a gestão do país. Mesmo assim, é nosso dever cuidar para que essa gestão seja de qualidade e justa para todos os cidadãos.

A Ciência da Vida

Harmonia era algo que não vivia há 16 anos atrás. Sentia que tinha perdido tempo fundamental da minha vida. Sentia que o tinha gasto em coisas sem importância, relações sem sentido. Tinha dedicado anos a pessoas e trabalhos que apenas me sugavam a energia. Sentia-me incompleta; faltava-me algo; não fazia ideia o quê. O sentimento de incapacidade para mudar o rumo da minha vida levou-me à numerologia, depois à Yoga e posteriormente à massagem.

Desculpem lá! Eu sou assim!

Alguma vez chegaram ao final do dia e sentiram que nem valeria a pena sair da cama? Pois! É esse o sentimento que me preenche o ser. Entretanto o vazio do espaço foi corrompido pela voz barulhenta de uma mulher. Estava acompanhada de outras pessoas, se bem que ela, com a sua atitude bélica e estridente, ocupava os lugares todos daquele café.

Pobres coitados!!!

Estivemos por horas a falar em trabalho, saídas, homens, família, crenças… a crise e mais trabalho; falamos um pouco de tudo, como sempre acontecia quando nos encontrávamos. Isso acontecia poucas vezes. Somos amigas, gostamos muito uma da outra, se bem que somos muito diferentes e a maior parte das vezes acabamos por nos desentender. Essas pequenas questões quase sempre provocam alguns meses de afastamento. Naquele dia foi igual.

Na praia com… (2)

O que a mente está a fazer é a impedir-te de experienciar um determinado evento, porque faz um julgamento da situação mediante as lembranças de julgamentos anteriores. Isto só faz com que tu vivas memórias em vez de viveres o presente. Por isso, a ideia de Eckart Tolle de viver o Agora! Essa libertação da mente, que é o que o Osho chamava de não-mente, é difícil de atingir, porque nós construímos esse mapa mental como protecção. Por isso digo que a mente nos mente. Porque a mente serve de escudo para a vida. Mas tu só experiencias a vida, vivendo. Se te escudas de viver determinadas coisas só porque estás a viver uma situação que te recorda outra que já viveste

A imagem fantasma em Alberto Caeiro

Esta sincronia pré-pessoal aponta, também, a sensação como imagem fantasma na poesia de Alberto Caeiro, uma vez que «as palavras levam a esperar sensações, assim como a tarde leva a esperar a noite » e «a significação do percebido é apenas uma constelação de imagens que começam a reaparecer sem razão », ou seja, as palavras são aqui o percebido transmutado em imagens que surgem do nada invisível do saber originário – «as imagens ou as sensações mais simples são, em última análise, tudo o que existe para se compreender nas palavras », porque «o nosso campo perceptivo é feito de “coisas” e de “vazios entre as coisas” », mostrando, assim, que «na leitura de um texto a rapidez do olhar torna lacunares as impressões retinianas, e que os dados sensíveis devem portanto ser completados por uma projecção de recordações ». O que pretende aqui dizer é que o sensível está envolto num caos ao qual se impõe um sentido pelo recurso às recordações colocadas em forma de dados.

O optimismo alimenta o sonho?

O caminho – o nosso caminho – clama por método, perseverança, vontade e por um estado de espírito inspirado numa filosofia de vida positiva e associado a uma postura interveniente, participativa, próprio de quem espera o melhor, contribuindo com passos concretos para atingir o desejado.
No caminho rumo aos sonhos surgem vários obstáculos para testar a nossa capacidade de acreditar na aspiração que nos move. A crise de valores pode bem ser um deles! É assim que nascem grandes feitos… nascem do sonho, da crença e de um estado de espírito que massaja a alma e empurra para a frente quando tudo parece perdido.

Onde aflui o ser quando cria?

Genet é escritor e é pela palavra que procura abordar o trabalho de Giacometti. Esta ideia de passar da imagem à palavra levanta as primeiras questões que ficam deste texto – Como se aproximar textualmente do objecto artístico? Como transformar imagens, sons ou gestos em palavras? Como fazer ver através da escrita?
Ao longo do texto, Genet aproxima-se das imagens de Giacometti, se bem que apelando à fabulação, isto é, projecta histórias e tramas nessas esculturas altivas e poderosas, quase como se estivesse a criar personagens de uma fábula. A descrição que faz das estátuas (mulheres) de bronze de Giacometti demonstra como projecta vida nelas, pois «nenhuma ponta, nenhuma aresta que corte ou rasgue o espaço, nada está morto» . Genet confessa a sua ligação emocional a estas mulheres de bronze ao dizer que «nunca conseguiria evitar o regresso a este povo de sentinelas doiradas – pela pintura – que, atentas, imóveis, velam (…) velam um morto» .

Influências e líderes

A verdade é que é desgastante trabalhar num ambiente organizacional doente como este tipo de liderança provoca, por isso há que (1) distinguir os vários tipos de liderança; (2) tomar consciência da nossa função dentro dela; (3) procurar implementar pequenas mudanças que possam facilitar a convivência com este tipo de liderança; e, caso não seja possível implementá-las, há que estar atento às oportunidades que surgem e ter a coragem para agarrar uma dessas oportunidades. Digo coragem, porque, grande parte das vezes, o que nos impede de sair de um ambiente assim é o medo de transformar a nossa vida – o medo de fracassar.

Por onde começar…

Estás a derrubar as paredes que constituem a tua área de conforto. Queres sair dela sem sentires estranheza ou sem te inquietares com o desconhecido? Sair da tua área de conforto é começares a ver o mundo de forma diferente, de uma forma que tu não sabes muito bem o que é, se bem que sais à descoberta! Enfim, este sentimento de desnorte vai levar-te a ver as coisas e as pessoas que estão em teu redor, a tua própria vida e a ti mesmo de uma forma diferente, mais descontraída, mais liberta de preconceitos e de pré-conceitos do que é suposto existir ou ser. O caos torna a vida mais simples assim que tu aceitas o que esta te traz e, principalmente, assim que vives de forma autêntica.

Abraça a transformação!

A transformação ocorre, assim, por entre períodos mais fáceis e outros mais difíceis, períodos em que vamos questionar tudo e outros em que somos invadidos de uma força inabalável, períodos em que a transformação acontece de forma rápida e outros que parece estagnar, não temos consciência de existir uma evolução, tal é a lentidão. Esta oscilação pode provocar frustração e desmotivação.
Consequentemente, a transformação assusta. Enche-nos de medos e dúvidas, pois começamos a perceber que a personalidade que identificamos em nós transforma-se numa ilusão e desvanece por completo. A verdade é que tudo isto é necessário para nos conectar com o que de mais autêntico existe em nós; vem desvendar a nossa essência, perdida atrás de véus que nos iludem e aprisionam.

Será possível não comunicar?

As inúmeras experiências da vida definem a compreensão que fazemos de nós, dos outros e do mundo. A essa associamos regularmente novas ideias e experiências que nos chegam através dos nossos sentidos. Os sentidos são funções do organismo que nos permitem perceber e reconhecer as características do meio envolvente.

Será o livre-arbítrio uma utopia?

Parto para este ensaio com a ideia de que o livre-arbítrio é um estado mental que nos permite acreditar que somos responsáveis pela vida que temos e nos permite ser capazes de ver alternativas de resposta a uma determinada situação, que podem levar a uma escolha, decisão ou acção. O livre-arbítrio não é o resultado, nem uma escolha, nem uma decisão, nem mesmo uma acção. Logo, o livre-arbítrio não é influenciado por condicionantes internas ou externas. O que pretendo concluir é que a crença no livre-arbítrio permite-nos transformar a forma como pensamos, deliberamos e percepcionamos a situação que temos à nossa frente.

Será mesmo a acrasia uma fraqueza de vontade?

O problema da acrasia é um problema antigo, muito debatido por filósofos, se bem que por vezes confundido com o vício. E parece-me que é esse o fundamento desta ideia de fraqueza de vontade. Muitas vezes a dependência (de bebida, drogas, tabaco, café, comida, sexo) são vistas como uma acrasia, ou seja, como uma fraqueza de vontade. O desejo de beber ou comer em excesso ou, então, o uso de substâncias alucinogénias ou o cigarro é, no entender de certos pensadores, maior que a razão. Concordo em parte. O desejo é maior que a razão.
No entanto, estes desejos não consistem na vontade do agente. Estes desejos são vícios e não momentos acráticos.