Fiquem em casa!

Uma senhora afirma, com toda a convicção, que tem mais de 60 anos, já teve duas embolias pulmonares, tem asma, mas não está preocupada porque está medicada. Um senhor, que está no jardim junto com os amigos de sempre, e diz que quem já esteve na guerra do ultramar não tem medo “disto”, para além de passar a ideia de que os mais novos são cobardes e não querem trabalhar. Enfim, como estes, outros comentários do género são partilhados pelos canais de informação. O que demonstra um desconhecimento enorme do impacto que este vírus está a provocar e dos grupos de risco identificados pelas entidades competentes. No entanto, pior do que a ignorância é o preconceito estúpido a que se recorre para justificar o injustificável. Medo disto?! Parece-me que o Covid-19 veio desmascarar a “coragem” de certas pessoas, que demonstram agora ter medo de permanecer em casa.

Reconhecimento… Estima… Amor

Por isso, tenho muitas dúvidas; Questiono-me muito se o que estou a fazer faz sentido ou se é uma perda de tempo… Se toda a energia que estou a dedicar a determinadas actividades e experiências é um investimento ou um desperdício de energia. Tudo isso leva-me a olhar para trás e a perceber o caminho que fiz até aqui. A menina que existiu lá atrás As várias mulheres que fui como criança, como adolescente, como adulta As características não assumidas para não dar parte fraca Os preconceitos e as crenças surreais que me levaram a vivências dolorosas, enriquecedoras e desconcertantes As mágoas que deixei que me pesassem por anos e anos!

T.R.U.S.T

Imagine what happens when we look at the word Trust as an anagram?ToleranceRecognitionUnionStrengthTruthThus, trust happens when we have the Strength to Recognise and Tolerate the Truth that lives within the Union of two individuals.However, sometimes we can’t trust, even if there is no reason not to. It happens when we lack one of the five.I …

Ami, a pequena casa velha

Ami entusiasmou-se de tal forma que abriu as portadas de madeira e todas as portas e janelas, convidando-os a entrar. Pelo ar entraram os pássaros, as abelhas e as borboletas. Por baixo deles, corriam os cães, os gatos, os esquilos, os coelhos e os ratos. As flores abanavam-se ao som da sua felicidade, enchendo o espaço com um aroma acre e doce. Também as árvores quiseram ver o que ali acontecia e, deixando que o sol iluminasse o seu caminho, vergaram-se de espanto sobre Ami.

Será que uma estrutura intersubjectiva de reconhecimento mútuo pode unir-se a uma acção comunicativa descentrada do mundo, criando assim um claro caminho de entendimento e respeito mútuo?

Marshall Rosenberg defende que a violência, seja na forma como comunicamos, como nos comportamos ou seja na forma como tratamos os outros, nasce da educação punitiva e não da natureza do ser humano, passando uma ideia de necessidade de um trabalho profundo na educação de uma sociedade mais consciente e compreensiva.
A ligação que encontrei com Habermas e Honneth vem do facto de Rosenberg defender que a forma mais eficaz de nos conectar com as outras pessoas é aprender como nos expressámos na linguagem da vida e como responder às mensagens que recebemos dos outros. Assim, diz que «In Nonviolent Communication, we try to keep our attention focused by answering two critical questions: What’s alive in us? And what can we do to make life more wonderful?» .

Odd feelings…

Wow! I'm like that. All my fiction stories are based in what I wish the world should be, as I should be, what I should be living. Probably, that explains why my stories are so positive. There is no hurt, pain, suffering. Nothing!