Sou suficiente!

Através do confronto com o que que estamos a sentir e não estamos a ser capazes de reconhecer e assumir, com o que estamos a pensar e não faz sentido, e com o que estamos a viver, mesmo que seja um vazio de palavras, chegamos à criação de quem somos de verdade! Percebi que estes momentos de bloqueio criativo surgem quando tenho necessidade de me desapegar das crenças que me levam a pensar que não sou suficiente. Sou suficiente!

Dedicação

"Sonhos e dedicação são uma poderosa combinação." William Longgood Dedicação…Palavra muito utilizada em vários ambientesO ambiente familiar, o profissional…Se bem que pouco se pensa sobre o seu significado. Dedicação provém da palavra latina “dedicatióne” e significa consagração. Esta origem conecta o conceito de dedicação com o acto de homenagear ou de se entregar a algo …

Mais Portugal, mais Português!!!

Resta-nos assumir o que fomos, o que somos e o que queremos ser. Assumir os erros cometidos até então! Por todos nós! Afinal, o voto dá-nos a responsabilidade de sonhar e de exigir os nossos direitos e de cumprir os nossos deveres. Votamos em governantes para facilitar a gestão do país. Mesmo assim, é nosso dever cuidar para que essa gestão seja de qualidade e justa para todos os cidadãos.

A Ciência da Vida

Harmonia era algo que não vivia há 16 anos atrás. Sentia que tinha perdido tempo fundamental da minha vida. Sentia que o tinha gasto em coisas sem importância, relações sem sentido. Tinha dedicado anos a pessoas e trabalhos que apenas me sugavam a energia. Sentia-me incompleta; faltava-me algo; não fazia ideia o quê. O sentimento de incapacidade para mudar o rumo da minha vida levou-me à numerologia, depois à Yoga e posteriormente à massagem.

Quero ser feliz!

Que viagem!!! Há uns anos atrás, recebi uma dádiva do Universo, sob a forma de uma epifania tão estranhamente natural na minha vida. Num daqueles momentos em que rir magoa, sentir leveza é encarado como um sinal de loucura… Enfim, estivesse eu em casa, no trabalho, com amigos – fosse onde fosse – o mundo pesava-me as costas, não conseguia sentir-me bem, integrada.

De volta a casa!

Foi na solidão que nos encontramos e reconhecemos! E é na solidão que nos reinventamos!

Feliz Natal

O Natal é época de paz, amor e gratidão. Acredita nos teus sonhos e prolonga pelo ano fora esta energia vibrante de luz branca. Sê bondoso (a) com os outros, pois fazem o possível de acordo com os recursos que têm. Sê bondoso (a) contigo mesmo (a), pois também tu fazes o que podes com …

Dia de Lua Cheia

O Natal é uma época de paz, amor e gratidão! Paz de espírito… Amor-próprio e amor ao próximo… Gratidão por tudo o que temos, somos e o todo que a vida nos dá! Então, onde se encaixa a figura do Pai Natal?

O optimismo alimenta o sonho?

O caminho – o nosso caminho – clama por método, perseverança, vontade e por um estado de espírito inspirado numa filosofia de vida positiva e associado a uma postura interveniente, participativa, próprio de quem espera o melhor, contribuindo com passos concretos para atingir o desejado.
No caminho rumo aos sonhos surgem vários obstáculos para testar a nossa capacidade de acreditar na aspiração que nos move. A crise de valores pode bem ser um deles! É assim que nascem grandes feitos… nascem do sonho, da crença e de um estado de espírito que massaja a alma e empurra para a frente quando tudo parece perdido.

Onde aflui o ser quando cria?

Genet é escritor e é pela palavra que procura abordar o trabalho de Giacometti. Esta ideia de passar da imagem à palavra levanta as primeiras questões que ficam deste texto – Como se aproximar textualmente do objecto artístico? Como transformar imagens, sons ou gestos em palavras? Como fazer ver através da escrita?
Ao longo do texto, Genet aproxima-se das imagens de Giacometti, se bem que apelando à fabulação, isto é, projecta histórias e tramas nessas esculturas altivas e poderosas, quase como se estivesse a criar personagens de uma fábula. A descrição que faz das estátuas (mulheres) de bronze de Giacometti demonstra como projecta vida nelas, pois «nenhuma ponta, nenhuma aresta que corte ou rasgue o espaço, nada está morto» . Genet confessa a sua ligação emocional a estas mulheres de bronze ao dizer que «nunca conseguiria evitar o regresso a este povo de sentinelas doiradas – pela pintura – que, atentas, imóveis, velam (…) velam um morto» .

Por onde começar…

Estás a derrubar as paredes que constituem a tua área de conforto. Queres sair dela sem sentires estranheza ou sem te inquietares com o desconhecido? Sair da tua área de conforto é começares a ver o mundo de forma diferente, de uma forma que tu não sabes muito bem o que é, se bem que sais à descoberta! Enfim, este sentimento de desnorte vai levar-te a ver as coisas e as pessoas que estão em teu redor, a tua própria vida e a ti mesmo de uma forma diferente, mais descontraída, mais liberta de preconceitos e de pré-conceitos do que é suposto existir ou ser. O caos torna a vida mais simples assim que tu aceitas o que esta te traz e, principalmente, assim que vives de forma autêntica.

Abraça a transformação!

A transformação ocorre, assim, por entre períodos mais fáceis e outros mais difíceis, períodos em que vamos questionar tudo e outros em que somos invadidos de uma força inabalável, períodos em que a transformação acontece de forma rápida e outros que parece estagnar, não temos consciência de existir uma evolução, tal é a lentidão. Esta oscilação pode provocar frustração e desmotivação.
Consequentemente, a transformação assusta. Enche-nos de medos e dúvidas, pois começamos a perceber que a personalidade que identificamos em nós transforma-se numa ilusão e desvanece por completo. A verdade é que tudo isto é necessário para nos conectar com o que de mais autêntico existe em nós; vem desvendar a nossa essência, perdida atrás de véus que nos iludem e aprisionam.

Os signos entre nós!

Olhar de longe aquela paisagem sensível que Godard criou através da linguagem do cinema, aponta o meu olhar para o bem e o mal de nada ver no tudo que há para ver. Aqui percebo que aquela imagem, ou fluir de imagens, indiciam a minha vontade de não querer ver a dor do mundo, a dor de um mundo que já não existe e que continua presente pelo espectro das formas que sobrevivem dele. Deste modo, não me permito levar por esse toque profundo do narrador e olho aquele fluir de imagens como uma criação desconcertante de um mundo que reconheço; olho aquelas imagens como fasma de um mundo que quero ver.

Será possível não comunicar?

As inúmeras experiências da vida definem a compreensão que fazemos de nós, dos outros e do mundo. A essa associamos regularmente novas ideias e experiências que nos chegam através dos nossos sentidos. Os sentidos são funções do organismo que nos permitem perceber e reconhecer as características do meio envolvente.