Sinto-me perdida

Cada pedaço de mim, desprovido de sentido, vibra em mim um desassossego colossal! Desassossego inquietante que me serena os sentidos, que me acalma a mente e me entrega à consciência do que crio na vida!

Sentidos

O ser humano associa, com alguma regularidade, novas ideias e acontecimentos à compreensão prévia que tem do Mundo, que provém das inúmeras experiências de vida. Cada uma destas experiências inclui elementos provenientes de uma associação dos sentidos, que consistem nas funções que propiciam os seres vivos de perceber e reconhecer as características do meio ambiente em que se encontram.

Os sentidos básicos do ser humano são cinco – tacto, audição, olfacto, paladar e visão, servindo-se respectivamente dos seguintes órgãos: pele, ouvidos, nariz, língua e olhos.

Sou suficiente!

Através do confronto com o que que estamos a sentir e não estamos a ser capazes de reconhecer e assumir, com o que estamos a pensar e não faz sentido, e com o que estamos a viver, mesmo que seja um vazio de palavras, chegamos à criação de quem somos de verdade! Percebi que estes momentos de bloqueio criativo surgem quando tenho necessidade de me desapegar das crenças que me levam a pensar que não sou suficiente. Sou suficiente!

Dedicação

"Sonhos e dedicação são uma poderosa combinação." William Longgood Dedicação…Palavra muito utilizada em vários ambientesO ambiente familiar, o profissional…Se bem que pouco se pensa sobre o seu significado. Dedicação provém da palavra latina “dedicatióne” e significa consagração. Esta origem conecta o conceito de dedicação com o acto de homenagear ou de se entregar a algo …

Mais Portugal, mais Português!!!

Resta-nos assumir o que fomos, o que somos e o que queremos ser. Assumir os erros cometidos até então! Por todos nós! Afinal, o voto dá-nos a responsabilidade de sonhar e de exigir os nossos direitos e de cumprir os nossos deveres. Votamos em governantes para facilitar a gestão do país. Mesmo assim, é nosso dever cuidar para que essa gestão seja de qualidade e justa para todos os cidadãos.

A Ciência da Vida

Harmonia era algo que não vivia há 16 anos atrás. Sentia que tinha perdido tempo fundamental da minha vida. Sentia que o tinha gasto em coisas sem importância, relações sem sentido. Tinha dedicado anos a pessoas e trabalhos que apenas me sugavam a energia. Sentia-me incompleta; faltava-me algo; não fazia ideia o quê. O sentimento de incapacidade para mudar o rumo da minha vida levou-me à numerologia, depois à Yoga e posteriormente à massagem.

Quero ser feliz!

Que viagem!!! Há uns anos atrás, recebi uma dádiva do Universo, sob a forma de uma epifania tão estranhamente natural na minha vida. Num daqueles momentos em que rir magoa, sentir leveza é encarado como um sinal de loucura… Enfim, estivesse eu em casa, no trabalho, com amigos – fosse onde fosse – o mundo pesava-me as costas, não conseguia sentir-me bem, integrada.

De volta a casa!

Foi na solidão que nos encontramos e reconhecemos! E é na solidão que nos reinventamos!

Feliz Natal

O Natal é época de paz, amor e gratidão. Acredita nos teus sonhos e prolonga pelo ano fora esta energia vibrante de luz branca. Sê bondoso (a) com os outros, pois fazem o possível de acordo com os recursos que têm. Sê bondoso (a) contigo mesmo (a), pois também tu fazes o que podes com …

Dia de Lua Cheia

O Natal é uma época de paz, amor e gratidão! Paz de espírito… Amor-próprio e amor ao próximo… Gratidão por tudo o que temos, somos e o todo que a vida nos dá! Então, onde se encaixa a figura do Pai Natal?

O optimismo alimenta o sonho?

O caminho – o nosso caminho – clama por método, perseverança, vontade e por um estado de espírito inspirado numa filosofia de vida positiva e associado a uma postura interveniente, participativa, próprio de quem espera o melhor, contribuindo com passos concretos para atingir o desejado.
No caminho rumo aos sonhos surgem vários obstáculos para testar a nossa capacidade de acreditar na aspiração que nos move. A crise de valores pode bem ser um deles! É assim que nascem grandes feitos… nascem do sonho, da crença e de um estado de espírito que massaja a alma e empurra para a frente quando tudo parece perdido.

Onde aflui o ser quando cria?

Genet é escritor e é pela palavra que procura abordar o trabalho de Giacometti. Esta ideia de passar da imagem à palavra levanta as primeiras questões que ficam deste texto – Como se aproximar textualmente do objecto artístico? Como transformar imagens, sons ou gestos em palavras? Como fazer ver através da escrita?
Ao longo do texto, Genet aproxima-se das imagens de Giacometti, se bem que apelando à fabulação, isto é, projecta histórias e tramas nessas esculturas altivas e poderosas, quase como se estivesse a criar personagens de uma fábula. A descrição que faz das estátuas (mulheres) de bronze de Giacometti demonstra como projecta vida nelas, pois «nenhuma ponta, nenhuma aresta que corte ou rasgue o espaço, nada está morto» . Genet confessa a sua ligação emocional a estas mulheres de bronze ao dizer que «nunca conseguiria evitar o regresso a este povo de sentinelas doiradas – pela pintura – que, atentas, imóveis, velam (…) velam um morto» .

Por onde começar…

Estás a derrubar as paredes que constituem a tua área de conforto. Queres sair dela sem sentires estranheza ou sem te inquietares com o desconhecido? Sair da tua área de conforto é começares a ver o mundo de forma diferente, de uma forma que tu não sabes muito bem o que é, se bem que sais à descoberta! Enfim, este sentimento de desnorte vai levar-te a ver as coisas e as pessoas que estão em teu redor, a tua própria vida e a ti mesmo de uma forma diferente, mais descontraída, mais liberta de preconceitos e de pré-conceitos do que é suposto existir ou ser. O caos torna a vida mais simples assim que tu aceitas o que esta te traz e, principalmente, assim que vives de forma autêntica.

Abraça a transformação!

A transformação ocorre, assim, por entre períodos mais fáceis e outros mais difíceis, períodos em que vamos questionar tudo e outros em que somos invadidos de uma força inabalável, períodos em que a transformação acontece de forma rápida e outros que parece estagnar, não temos consciência de existir uma evolução, tal é a lentidão. Esta oscilação pode provocar frustração e desmotivação.
Consequentemente, a transformação assusta. Enche-nos de medos e dúvidas, pois começamos a perceber que a personalidade que identificamos em nós transforma-se numa ilusão e desvanece por completo. A verdade é que tudo isto é necessário para nos conectar com o que de mais autêntico existe em nós; vem desvendar a nossa essência, perdida atrás de véus que nos iludem e aprisionam.