Fiquem em casa!

Uma senhora afirma, com toda a convicção, que tem mais de 60 anos, já teve duas embolias pulmonares, tem asma, mas não está preocupada porque está medicada. Um senhor, que está no jardim junto com os amigos de sempre, e diz que quem já esteve na guerra do ultramar não tem medo “disto”, para além de passar a ideia de que os mais novos são cobardes e não querem trabalhar. Enfim, como estes, outros comentários do género são partilhados pelos canais de informação. O que demonstra um desconhecimento enorme do impacto que este vírus está a provocar e dos grupos de risco identificados pelas entidades competentes. No entanto, pior do que a ignorância é o preconceito estúpido a que se recorre para justificar o injustificável. Medo disto?! Parece-me que o Covid-19 veio desmascarar a “coragem” de certas pessoas, que demonstram agora ter medo de permanecer em casa.

Continua a acreditar!

Quem rejeita, rejeita-se a si mesmo! Procura rejeitar, afastar as confusões, os conflitos, os medos, as crenças, os preconceitos que leva a sentir-se completamente perdido dentro de si mesmo! Eu não consigo desistir dos outros! Sou o tipo de pessoa que diz: “Se precisares de mim, estou cá; Se não precisares de mim, estou cá na mesma; Vive o que tens que viver para, por ti, perceberes o que estás a viver, porque a vida vai ajudar-te a perceber”. Afinal, cada um deve responsabilizar-se pela tomada de consciência do que está a fazer, do porquê de o fazer como faz e, principalmente, que impacto essas atitudes, esses comportamentos, essas palavras têm na sua vida. Estou aqui para ajudar, se quiserem a minha ajuda – é para isso que me preparo há anos, é para isso que trabalho em mim todos os dias… Agora, não é responsabilidade minha tomar consciência disso; cada um tem a sua!

Os três aspectos do Eu

“Eu acredito que são ferramentas muito úteis para auxiliar no auto-conhecimento, se bem que somos seres com livre-arbítrio, podemos sempre escolher entre as imensas oportunidades que surgem na vida, mesmo que nos empurrem para um caminho diferente”

Sou suficiente!

Através do confronto com o que que estamos a sentir e não estamos a ser capazes de reconhecer e assumir, com o que estamos a pensar e não faz sentido, e com o que estamos a viver, mesmo que seja um vazio de palavras, chegamos à criação de quem somos de verdade! Percebi que estes momentos de bloqueio criativo surgem quando tenho necessidade de me desapegar das crenças que me levam a pensar que não sou suficiente. Sou suficiente!

Os vários mundos de ser humano

Estes quatro mundos articulam-se entre si e constituem o cubo único que cada um de nós é! Somos seres corpóreos, seres mentais, seres emocionais, seres espirituais... será que podemos ser apenas um desses seres? Será que podemos mudar algo num desses mundos, que compõem o nosso ser, sem que essa transformação tenha impacto nos outros mundos do ser que somos? Não. Por isso, a transformação deve ser implementada no todo, a todos os níveis, em virtude de o desequilíbrio de um destes mundos ser manifestado no todo.

Voz

As palavras estão cá… aqui dentro…
Dentro de uma singularidade estranha
Acordada por um sonho inquietante de
Uma voz silenciosa e profunda!
E que voz é essa?

Ser eu

Ser eu consiste em algo que possa ser visto?
Então, porque razão sinto que sou muito mais do que aquilo que vejo?

Cristal ball

The Earthly experience is only an opportunity to grow as a light being.

Clareza

Quem busca a harmonia estimula a evolução interior, através de um árduo trabalho emocional, uma vez que são as nossas emoções que nos ligam aos outros e nos motivam. A verdade é que é mais fácil trabalhar com os outros, porque é muito difícil aceitar o que somos e assumir os nossos erros.

Vida II

Esta energia só se mostra e só se propaga, quando há um equilíbrio entre o nosso lado trevas e o nosso lado luz. E todos temos os dois lados.
Até porque para haver luz tem que haver trevas e para haver trevas tem que haver luz – os dois opostos não se atraem, como se costuma dizer. Eles permitem que o outro exista. Cada um é completo por si, fortalecendo-se mutuamente.
E os dois juntos em harmonia, em equilíbrio, permitem que a nossa energia, que a vida que há em nós flua e se propague.

Vida

A vida é mais do que respirar, mais do que ter, mais do que experimentar, mais do que querer!
Viver é ser!
Ser o quê? O que este enigma disfarçado de vida pede de nós? Ser o que podemos ser? Ser o quê?
A vida, aquela que se disfarça, é brincalhona, surreal e uma pestinha que nos prega partidas todos os dias.
Partidas que nos levam a ser.
A ser VIDA!