A ti dedico…

A ti dedico o amor que do nada nasce

Como acreditar que o amor existe?

Porque razão insistimos nós em achar que todas as relações que vivemos vão provocar as mesmas desilusões? Quantas vezes já nos desiludimos a nós mesmos? Provavelmente, muitas vezes. E como podemos achar possível que outros não nos desiludam, quando nós o fazemos? Afinal, estamos apenas a dizer que não acreditamos no amor, por causa das desilusões amorosas que sofremos. E sustentamos essa descrença numa desilusão amorosa que, por sua vez, está sustentada numa necessidade que não vimos respondida numa determinada relação amorosa. Esperávamos uma resposta e não a recebemos.

Diz-me como…

Respira fundo!
Perde-te as vezes necessárias
Necessárias até que te encontres.
O encontro…
Esse encontro clarifica as dúvidas
Ajuda a lidar com o medo

A ti, que me esperas!

Quem és tu, afinal?
Onde estás escondido?
Plain sight!

Good!

I'm not fire baby.
I'm earth and water.
With that you get clay.
With clay you can build a life.
Clay protects and supports you.
Fire might give you an initial push to begin the journey.
However, when you look back after some footsteps it won't be there anymore.

Amor…

O ego a tomar conta de mim!!!
E o que saiu? Uma folha em branco!
A sério! Quem melhor que uma folha em branco para representar o Amor?
Depois de muito pensar. Depois de muitos dias com a mesma folha em branco, percebi que o amor é uma folha em branco.
Fechem a boca, vá lá!
Acreditem! Não sou louca, nem isto é mais um programa de apanhados, se bem que seria com certeza o maior apanhado de todos os tempos!

O que é o amor?

Uma energia que parece ter acabado e mesmo assim nos surpreende ao voltar renovada.

Amor-perfeito

O encontro entre o mar e as rochas desenhou na areia molhada um coração gigante – sem oscilações, dúvidas e defeitos.

Na crista da onda

Assim que o avistei, acompanhei um voo picado de várias gaivotas.

Entre olhares

Ele procurava sentar-se bem perto dela, se bem que a ansiedade abanava-lhe as pernas. Apenas os sentimentos de vaidade o seguravam de pé. A impotência une-se aos outros quando se senta uns lugares à sua frente.