Ser artista

Ser artista é partilhar. Partilha autêntica, verdadeira e consciente. Partilha das impressões e as emoções que se obtém do mundo. Ser artista é criar nos outros um sentimento de liberdade. Liberdade para sonhar, aprender e viver.

Tudo bem

Sabes, por vezes encontro sentido nesse teu vazio! E é por esse sentido que desisto! Desisto de forçar Desisto de querer que assumas a importância que tenho na tua vida! Tantas vezes senti me senti a mais… E não preciso disso! Não quero ser um peso! E sei que não sou! No entanto, tu sentes que o sou, por isso desisto! Desisto de assumir a tua responsabilidade. Agora, assumo apenas a minha. A minha responsabilidade é ser feliz E quero comigo quem também faz por ser feliz!

A rocha

No seu corpo duro e imóvel, o tempo vai escrevendo novas histórias. A cada dia surge uma nova… Cada marca representa uma vida longa e autêntica. A rocha conta momentos simples e inesquecíveis, vividos pelas inúmeras gotas de água das chuvas, que lentamente deslizaram a sua vida, ao som do vento que as acompanhava.

Fiquem em casa!

Uma senhora afirma, com toda a convicção, que tem mais de 60 anos, já teve duas embolias pulmonares, tem asma, mas não está preocupada porque está medicada. Um senhor, que está no jardim junto com os amigos de sempre, e diz que quem já esteve na guerra do ultramar não tem medo “disto”, para além de passar a ideia de que os mais novos são cobardes e não querem trabalhar. Enfim, como estes, outros comentários do género são partilhados pelos canais de informação. O que demonstra um desconhecimento enorme do impacto que este vírus está a provocar e dos grupos de risco identificados pelas entidades competentes. No entanto, pior do que a ignorância é o preconceito estúpido a que se recorre para justificar o injustificável. Medo disto?! Parece-me que o Covid-19 veio desmascarar a “coragem” de certas pessoas, que demonstram agora ter medo de permanecer em casa.

Sê consciencioso!

Ser Uno! Não é união. É Unidade! Cada um de nós é uma pequena partícula, que contém em si a magnífica subtileza de Ser! Cada partícula é parte desta Unidade e contém em si a magnitude de Ser Unidade. Por isso, não é preciso união. É preciso tomar consciência que tudo o que fazemos, dentro de nós ou à nossa volta, vai ter uma repercussão no todo que somos. Porque cada um de nós contém em si o todo que compõe o mundo.

Aproveita!

Entramos neste mundo despidos de tudo, apenas com espírito de descobridor e rápido percebemos que a vida nos prega partidas constantemente. Aos poucos começamos a questionar que raio fazemos aqui. Por que motivo nascemos? Qual o sentido de todas estas experiências? Sem querer descobrimos que a vida é apenas mais uma oportunidade de aprender tudo de novo, através de experiências diferentes!

Deixa fluir!

Tantas vezes me apanhei a deitar abaixo tudo em que acreditava e desejava, tudo o que fazia, tudo o que eu sou – porque eu não devia ser como sou… julgava-me sem valor e incapaz de evoluir. E por que motivo não conseguia valorizar-me? Por que motivo me sentia tão indigna? Por que tinha uma percepção distorcida de mim mesma e era incapaz de me amar sem sentir culpa, medo ou inconsistência. Vivia crente que não era suficiente! Tinha que ser perfeita para ter valor. A avaliação subjectiva de mim mesma estava condicionada por crenças e emoções auto-significantes negativas, como por exemplo tinha vergonha de mim mesma, em vez de sentir admiração por quem era; sentia-me incompetente para lidar com os desafios básicos da vida, em vez de reconhecer as inúmeras competências que demonstrava diariamente; sentia-me desmerecedora de ser feliz, em vez de aceitar a felicidade; sentia-me vítima das circunstâncias, em vez de me sentir grata pelas aprendizagens… Estas e muitas outras são características típicas de uma auto-estima desequilibrada, seja ela baixa, média ou exacerbada. Prefiro chamá-la de auto-estima não saudável! A verdade é que curar uma auto-estima não saudável requer consciência, paciência e consistência.

Sou Amor!

«Roma! Parabéns amigo!» «Octávio, já te disse que não me chamo Roma! O meu nome é Amor.» «Ya meu, vou mesmo chamar Amor a um gajo! Que raio de ideia!» - os quatro amigos riem - «Agora vou andar por aí “Oh Amor”. Roma é muito melhor!» (visivelmente incomodado) «Não percebo porquê! É exatamente a mesma palavra, só que ao contrário.» «Roma é muito mais forte, potente, mais de homem…» «E pelo menos não rima com fedor, terror, com…» - avança o Marco. «Estupor, pavor…» - reforça o António. «Horror…» - carrega o Rodrigo. «Pelo menos aprendem palavras novas. A professora de português vai gostar de saber. Mas o meu nome é Amor e não gosto que me tratem por outro nome!» «Eh pah! Desculpa lá, mas porque é que te deram esse nome?» - pergunta o Octávio. «Sei lá! Talvez por ser o amor dos meus pais. Nunca lhes perguntei.» «Não? Porquê? Nunca quiseste saber?» - questiona o Marco, admirado. «Nunca pensei nisso. Gosto do meu nome. Nunca o questionei. Alguma vez questionaste o teu?» «Não! Claro que não!» «Então?» «Pois, mas o meu nome é de Homem!» - gargalhada geral. «Ok! Gozem o que quiserem, mas pelo menos chamem-me pelo meu nome.» «Ok amigo. Não queres que te chamemos Roma. Passamos a chamar-te Amor se conseguires explicar-nos porque te chamas assim.» - diz o Rodrigo. Amor inspira fundo, olhando em redor. Logo vê a pairar à sua frente a linda borboleta que o convidou para brincar. Fixa o olhar nela. «Aceita! Tu consegues!» (enche o peito de ar e confiança) «Ok! Até ao final do dia. Olha, até à festa do meu aniversário no final desta tarde vou descobrir o significado do meu nome e a partir daí vão ter que me tratar por Amor.» «Estás muito confiante!» - diz o Octávio. «Ya meu! Não precisas ficar obcecado com isso. Na boa! Se não conseguires, tudo bem!» - continua o Marco. «Parece que estás com raiva de nós! Não te preocupes meu! Se não conseguires, continuamos a chamar-te Roma.» - diz o António no gozo. «Tranquilo! Na minha festa de aniversário, hoje ao final do dia.»

Reconhecimento… Estima… Amor

Por isso, tenho muitas dúvidas; Questiono-me muito se o que estou a fazer faz sentido ou se é uma perda de tempo… Se toda a energia que estou a dedicar a determinadas actividades e experiências é um investimento ou um desperdício de energia. Tudo isso leva-me a olhar para trás e a perceber o caminho que fiz até aqui. A menina que existiu lá atrás As várias mulheres que fui como criança, como adolescente, como adulta As características não assumidas para não dar parte fraca Os preconceitos e as crenças surreais que me levaram a vivências dolorosas, enriquecedoras e desconcertantes As mágoas que deixei que me pesassem por anos e anos!

Recria-te!

«Ok. É justo! Só podemos exigir aquilo que somos capazes de cumprir.» - procurava ganhar tempo - «Então, hãããã… Rúben… eu aceitei a tua abordagem por mensagem porque…» - respirou fundo, escondendo o olhar no chão - «Sentia-me sozinha, precisava de atenção, sentia necessidade de ser desejada e enfim… o facto de ser por mensagem fazia sentir-me em segurança.» «Doeu?» «Não. Até me sinto mais aliviada.» «Óptimo! A tarefa que o Rúben escolheu para ti foi a mesma. Estão em sintonia!» - o Ayur a provocar os dois com um sorriso irónico - «Então Rúben? Disposto a cumprir a tarefa?» «Lá terá que ser!» «Podes sempre dizer que não.» «Não… quero cumprir a tarefa! E queria que a Ana fosse verdadeira sobre o que pensou ontem à noite quando vimos aquele fenómeno da natureza mesmo debaixo da varanda do quarto dela.» - inspirou fundo e procurou coragem dentro de si - «Eu pensei nela! Pensei que o mar estava a dizer que somos duas rochas separadas pelas ondas e pela areia, se bem que unidas por um coração gigante e perfeito. E também que o que mais nos separa é também o que mais nos une! Eu não sou perfeito e tu também não… a verdade é que eu adoro as tuas manias de perfeição imperfeita!» «Rúben…» - estava sem palavras. «Não precisas de dizer nada. Temos muito tempo para falar sobre tudo isto. Não será aqui com certeza.»

Continua a acreditar!

Quem rejeita, rejeita-se a si mesmo! Procura rejeitar, afastar as confusões, os conflitos, os medos, as crenças, os preconceitos que leva a sentir-se completamente perdido dentro de si mesmo! Eu não consigo desistir dos outros! Sou o tipo de pessoa que diz: “Se precisares de mim, estou cá; Se não precisares de mim, estou cá na mesma; Vive o que tens que viver para, por ti, perceberes o que estás a viver, porque a vida vai ajudar-te a perceber”. Afinal, cada um deve responsabilizar-se pela tomada de consciência do que está a fazer, do porquê de o fazer como faz e, principalmente, que impacto essas atitudes, esses comportamentos, essas palavras têm na sua vida. Estou aqui para ajudar, se quiserem a minha ajuda – é para isso que me preparo há anos, é para isso que trabalho em mim todos os dias… Agora, não é responsabilidade minha tomar consciência disso; cada um tem a sua!

Profundamente grata!!!

Do nada, vi um ligeiro de carga a dar várias voltas no ar. Ainda hoje não consigo perceber o que aconteceu… Esse voo aproximou-se a alta velocidade do separador central que me separava dele. A minha primeira reacção foi tirar o pé do acelerador Não tinha para onde fugir – estava na faixa da esquerda, a ultrapassar um camião. E numa fracção de segundos, carreguei no acelerador a fundo… O condutor do camião encostou-se à lateral direita e reduziu a velocidade; aproveitei a oportunidade para fugir para a direita. O ligeiro de carga bateu no separador central e manteve-se do lado de lá. Respirei de alívio!

Que dia!

Que dia surpreendente! Fechei os olhos durante uns minutos e procurei relaxar… Digo que procurei, porque não relaxei. Saí do carro e caminhei em direcção ao mar. Estava um vento frio e desconcertante! Não conseguia sentir o meu corpo. Respirar então… Impossível! Voltei para o carro Queria aquecer-me e recuperar os sentidos Recuperar o meu olfacto Recuperar a minha consciência… Levei a minha écharpe até ao nariz E senti um aroma maravilhoso Lembrei-me da sinergia de óleos que passo no corpo, todos os dias! Aquele aroma indescritível fechou-me os olhos O toque das pestanas empurrou-me para o vazio, o silêncio, a paz!

Comunicação

A comunicação é como a vida, dividida em tempos e espaços. A escuta equivale à infância, em que o espaço é livre e o tempo eterno. A ponderação equivale à adolescência. Abrem-se e encontram-se os espaços, se bem que diversificam-se os caminhos; já o tempo é efémero. A fala equivale à vida adulta. Há tanto o que fazer, pouco tempo e espaço, que se torna complicado passar a mensagem. Logo, escuta muito, pondera um pouco e fala com clareza!

E que venha 2020!

E o ano de 2019 mostrou-me isso mesmo… Abriu-me oportunidades de tomar consciência do que é fundamental para mim. A maior parte das coisas que deixei cair… Ou aquelas que ainda estou a deixar cair, por que estão tão enraizadas que se torna impossível deixar cair rapidamente – aliás, nem seria saudável fazê-lo dessa forma… Todas estão relacionadas com o orgulho! Não falo de orgulho por alguém estar feliz ou por ter sucesso. Falo do orgulho que nos leva a sentir necessidade de responder ou de reagir a determinados acontecimentos, apenas por afirmação. Como se fosse preciso afirmar-me! Essa ideia de afirmação pessoal só cabe num mundo em que as pessoas não se valorizam, não se amam e têm-se em menor conta que os outros. Por isso, sentem necessidade de afirmar-se como algo que acreditam não ser. Assim que as pessoas acreditam que o são por inteiro, a presença delas é por si só uma afirmação!

O que me trouxe até aqui…

Quando nasci, passei de uma dimensão subtil a uma dimensão densa – como qualquer um de vocês – passei de um estado etérico a um corpóreo. E assim vive a sabedoria subtil no mundo material. Até aos quatro anos vivemos (agimos) consoante essa sabedoria. Talvez por isso a leveza do toque de um bebé ou a ingenuidade de uma pequena criança… Essa sabedoria é a nossa essência Universal e subtil, que se esconde no âmago do nosso ser, rodeada de muros construídos ao longo do processo de aculturação, por que todos passamos. Estes muros são o que são, num mundo de densidade máxima. Essa subtileza é o que de mais genuíno temos em nós E é, por isso, o que nos torna mais vulneráveis! Camuflá-la é afastar de nós o que nos une à essência universal e nos leva a viver em constante procura de algo que já existe, se bem que temamos assumir.

29.Dezembro.2002

Aquela conversa levou a muita gargalhada, gozo e ao primeiro jantar oficial daquela cabana. Aquela primeira noite foi óptima enquanto o Bruno esteve comigo. Depois foi muito complicada. Estava habituada a viver acompanhada. Sempre que precisava desabafar procurava a companhia da minha mana. Até senti falta das várias intromissões da minha mãe.... como ela consegue ser chatinha! Quando estava em casa dos meus pais todas as noites conversava com a Olga. Nas duas primeiras semanas senti muito a falta da minha família, talvez por isso tenha levado tanto tempo a escolher as fotos, que coloquei na parede da sala. Todas as fotos me lembram momentos maravilhosos na companhia da família, do Nuno, de amigos, de desconhecidos... as viagens com a Olga, os fins-de-semana com o Nuno e as festas snobs da minha mãe... tudo era retratado nos milhares de fotos que reuni ao longo dos anos nos muitos álbuns que insisto em coleccionar... pelo menos os que tinha levado comigo, pois tinha deixado vários em casa dos meus pais. Foi difícil a adaptação. Essa sempre foi a minha maior qualidade! Acho que a culpa tornou a minha adaptação impossível. Sentia tanta vergonha, pois fiz tudo o que sempre critiquei. O plano estava mais do que claro na minha cabeça. Mergulhar no trabalho para adormecer aquela dor insuportável. Estava claro que a quinta seria um espaço de lazer, as obras foram desenhadas para a transformar numa quinta de turismo natural. Aquele pulmão, que tinha à volta daqueles edifícios, seria o espaço perfeito para actividades ao ar-livre.

Espelho meu, espelho meu…

Tantas vezes julgamos os outros Confundimos acções com intenções Magoamos porque nos preocupamos Queremos o bem-estar dos nossos entes queridos E por isso, tentamos a todo o custo protegê-los. Curioso! Levados pela preocupação, julgamos eventos, comportamentos e pessoas. O amor motiva-nos a ocupar-nos do bem-estar de quem amamos! O ego, o medo, leva-nos a preocupar-nos com tudo o que, no nosso entender, pode provocar mal-estar a quem amamos. Para quê preocupar com o bem-estar dos outros, se podemos ocupar-nos do seu bem-estar?

Questionar

O mestre trouxe a chaleira, deitou o chá na chávena – e continuou a deitá-lo. A chávena já estava cheia e o chá começou a transbordar para cima do pires, mas ele continuou a deitá-lo. Foi então que o pires também ficou cheio. Só mais uma pinga e o chá começaria a transbordar para o chão, pelo que o professor disse: «Pára! O que estás a fazer? Estás louco ou quê? Não vês que a chávena está cheia? Não vês que o pires está cheio?»

Ciúme

No fundo, o que o ciúme está a fazer é a motivar a tomada de consciência do que se passa dentro de nós – o porquê deste ciúme, o que é que me faz sentir assim, o que é que me faz ser tão insegura nesta relação. A maior parte das vezes, esta insegurança está ligada à oscilação que vivemos ao nível da nossa auto-estima. Umas vezes temos uma auto-estima baixa e outras vezes temos uma auto-estima alta – não conseguimos estabilizar o nível da nossa auto-estima.

Joy

Joy is a state of mind. It's a growing path. It's not something that happens, that you buy. It is something we discover deep down inside ourselves through self knowledge, self love and self compassion.

Os três aspectos do Eu

“Eu acredito que são ferramentas muito úteis para auxiliar no auto-conhecimento, se bem que somos seres com livre-arbítrio, podemos sempre escolher entre as imensas oportunidades que surgem na vida, mesmo que nos empurrem para um caminho diferente”

Ouve com a alma!

«Alto lá, noiva o caraças! Eu não estou noiva de ninguém. Nem estou a pensar casar. E da mesma forma que vou trabalhar com ele, posso viver na mesma casa. Afinal, só vamos partilhar a sala, a cozinha e quando muito o escritório. O quarto de dormir e o quarto de banho são diferentes.» «Ai filha, desculpa lá, mas eu não fico descansada… não consigo, qualquer dia chegas a casa e não tens nada. Aquele pessoal é do piorio, estão à espera do momento certo para enganar, roubar e, quem sabe, matar.» «Percebo! Mãe, se vais continuar por esse caminho avisa-me já… prefiro sair antes, porque não te admito que fales do Filipe dessa forma. Ele é o meu melhor amigo, foi o único a estender-me a mão nos momentos em que mais precisei e nunca me exigiu nada em troca. Por isso, guarda os teus preconceitos para ti… eu nem quero sequer pensar no que vai dentro da tua cabeça, quanto mais ouvir o que tens para dizer. Bem, tenho que ir! Pai, eu depois ligo. Avó, eu prometo que volto cá para a levar a conhecer a minha casa. A verdade é que agora o ar nesta casa está irrespirável.»

Amor não correspondido…

Os amores não correspondidos fazem parte da vida. Não devem ser alvos de pena! O amor que sentimos é suficiente! E aqui falo de amor. Não falo de obsessão, nem de outras coisas acabadas em ão… Quando amamos de verdade, queremos que o alvo do nosso amor seja feliz! Quando amamos de verdade, aceitamos as circunstâncias. Aceitamos a decisão de quem amamos em viver essa felicidade com outra pessoa; ou, simplesmente, aceitamos a decisão de não querer vivê-la ao nosso lado! A pena leva somente a um caminho de mágoa; mágoa por sentirmos que alguém sente pena de nós apenas por amarmos sem condições. Quase parece que o nosso amor é uma ilusão! E a maior mágoa acontece quando essa pena vem da pessoa que amamos!

Sinto-me perdida

Cada pedaço de mim, desprovido de sentido, vibra em mim um desassossego colossal! Desassossego inquietante que me serena os sentidos, que me acalma a mente e me entrega à consciência do que crio na vida!

Be happy

Are you looking for a lover to be happy? Try something else, instead! Try to be happy by yourself. No one can make you happy. That’s your responsibility. When that happens, you’ll find someone who truly loves you!

O cão

De alma e coração, o cão entrega-se e partilha a sua essência com a vida!

Sentidos

O ser humano associa, com alguma regularidade, novas ideias e acontecimentos à compreensão prévia que tem do Mundo, que provém das inúmeras experiências de vida. Cada uma destas experiências inclui elementos provenientes de uma associação dos sentidos, que consistem nas funções que propiciam os seres vivos de perceber e reconhecer as características do meio ambiente em que se encontram.

Os sentidos básicos do ser humano são cinco – tacto, audição, olfacto, paladar e visão, servindo-se respectivamente dos seguintes órgãos: pele, ouvidos, nariz, língua e olhos.

Prefiro ser autêntica!!!

Voltando à introspecção… Hoje, quero partilhar uma ideia diferente desta. Percebi que é nos momentos em que não correspondemos às expectativas dos outros que percebemos quem nos ama de verdade. Quero deixar claro, estou a falar de qualquer forma que o amor possa tomar. Por vezes, decidimos agir de uma forma inesperada para quem nos conhece. Quem nos ama questiona o porquê, tenta compreender a nossa decisão, a nossa atitude, procura aceitar e adaptar-se.

Acredita!!!

Por tudo isto, para mim o amor era algo que provocava sofrimento e desilusão, logo não havia lógica para ir em busca de, nem mesmo conseguia compreender o porquê de tanta energia gasta por causa do amor. Nessa altura, estava numa fase em que vivia desligada das minhas emoções. Aliás, bem cedo, bloqueei as minhas emoções. Por isso, vivia relacionamentos muito superficiais, sem qualquer ligação emocional com os outros, sem amor. E não falo apenas de relacionamentos amorosos, falo de todo o tipo de relacionamentos. A verdade é que vivia relacionamentos muito focada no acto de ter alguém e não no acto de me relacionar de forma genuína com esse alguém. Talvez por isso, sempre fui um enigma para muita gente, pois não havia uma conexão autêntica entre mim e as pessoas com quem me “relacionava”. Dez anos depois, vejo o amor de forma completamente diferente.